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terça-feira, 22 de setembro de 2026

Queda de helicóptero em SC: cantor Rick e outras 4 pessoas morrem; nome dispara no Google Trends

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 18h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1 SC, da CBN, do Estadão e do Google Trends/Gshow. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui nota oficial do Corpo de Bombeiros, da Polícia Científica nem a investigação dos órgãos competentes.

O cantor Rick (Rick Sollo), da dupla sertaneja Rick & Renner, morreu nesta terça-feira (22 de setembro de 2026) na queda de um helicóptero Bell 430 na Serra Catarinense. Também morreram o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. Não houve sobreviventes.

A comoção se refletiu nas buscas da internet: segundo o Gshow, com dados do Google Trends, o interesse pelo nome do artista disparou nas últimas 24 horas — crescimento superior a 5.000%, com volume estimado acima de 200 mil buscas — tornando-se um dos assuntos mais pesquisados do momento no Brasil.

Serra Catarinense — ilustração editorial do acidente aéreo (sem vítimas)

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público nas fontes citadas — sem inventar causas do acidente nem detalhes que a perícia ainda não divulgou.

O que se sabe sobre o acidente

Segundo o g1 SC e a CBN, a aeronave decolou de Porto Belo, no Litoral Norte de Santa Catarina, com destino a São Joaquim, na Serra — trajeto de cerca de 190 quilômetros. O desaparecimento foi comunicado aos bombeiros por volta das 16h de segunda-feira (21). Os destroços foram localizados na tarde desta terça (22) na localidade Santa Bárbara, em Urubici, em área de mata de difícil acesso.

Pontos já confirmados pela cobertura:

  • Modelo: Bell 430 (fabricado em 2001), registro PP-MGR, da JTA Empreendimento e Urbanismo.
  • Capacidade: um piloto e sete passageiros; peso máximo de decolagem citado em cerca de 4.218 kg (versão com trem de pouso tipo esqui).
  • Anac: aeronave em situação regular, com certificação de operação válida até 11 de agosto de 2027; autorizada a voos noturnos, conforme o g1.
  • Buscas: cerca de dois dias, com dezenas de bombeiros, cães, drones térmicos e apoio da FAB; destroços encontrados por volta do meio-dia / início da tarde de 22/09.
  • Resgate: corpos retirados com auxílio de cordas devido ao relevo (altitude citada em até cerca de 1.700 m); remoção aérea; corpos seguem para perícia no IML de Florianópolis, segundo o g1.

A Polícia Científica fica responsável pela perícia no local; as causas do acidente ainda estão sob investigação das autoridades competentes.

Ilustração musical — referência ao cantor Rick / Rick & Renner

Quem estava a bordo

Conforme g1, CBN, Jovem Pan e Estadão:

  1. Rick Sollo — cantor da dupla Rick & Renner.
  2. Bruno Avelar — empresário (cobertura cita ligação a Neymar e menção a Augusto Cury em alguns veículos; o Cantinho Verde Lar registra apenas o que a imprensa já publicou).
  3. Paulo Soares — videomaker.
  4. Antônio Roberto Nóbrega de Araújo — piloto.
  5. Leopoldo Barros Teixeira — copiloto.

Em nota citada pelo g1, a JTA informou que o helicóptero havia sido emprestado para uso de Bruno Avelar e do cantor Rick, amigos próximos do dono da empresa.

Por que o nome de Rick disparou no Google Trends

O Gshow (22/09/2026) aponta que a comoção nacional após o desaparecimento e a confirmação da morte levou o nome de Rick a um pico de buscas: crescimento superior a 5.000% e volume estimado acima de 200 mil pesquisas. No ranking de sub-regiões do Google Trends citado pela reportagem, Goiás liderou o interesse, seguido por Tocantins, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina (local do acidente). O termo “Rick & Renner” também entrou em alta, com internautas relembrando a trajetória da dupla.

Mapa esquemático Santa Catarina — Porto Belo a São Joaquim / Serra

O que observar nas próximas horas

  1. Resultados da perícia da Polícia Científica e eventuais atualizações do CBMSC / FAB.
  2. Comunicação oficial de familiares e da assessoria sobre velório e homenagens.
  3. Qualquer nova informação oficial sobre a causa do acidente — até lá, tratar especulações como não verificadas.
  4. Evolução das buscas relacionadas no Google Trends (Rick, Rick & Renner).

Para quem acompanha a agenda pública e precisa manter CNPJ, obrigações e documentação em dia no dia a dia da empresa, o Consultor CNPJ (https://consultorcnpj.com.br/) e a página ORbite 360 reúnem ferramentas práticas de consulta — útil também em períodos de forte cobertura noticiosa.

Resumo rápido

  • Quando: destroços e confirmação das mortes em 22/09/2026; voo desaparecido em 21/09 após decolar de Porto Belo rumo a São Joaquim.
  • Onde: Serra Catarinense (Santa Bárbara / Urubici, SC).
  • Quem: Rick (Rick & Renner), Bruno Avelar, Paulo Soares, piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e copiloto Leopoldo Barros Teixeira — cinco mortos, sem sobreviventes.
  • Aeronave: Bell 430 PP-MGR, situação regular na Anac segundo o g1.
  • Trends: nome de Rick com crescimento >5.000% e >200 mil buscas (Gshow/Google Trends).
  • Fontes: g1 SC, CBN, Estadão, Jovem Pan, Gshow (22/09/2026).

Fontes

  • g1 SC — corpos resgatados / cobertura do acidente (22/09/2026): https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/09/22/corpos-de-mortos-em-queda-de-helicoptero-em-sc-sao-retirados-com-ajuda-de-cordas.ghtml
  • g1 — helicóptero Bell 430 (22/09/2026): https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/09/22/conheca-helicoptero-bell-430-cantor-rick.ghtml
  • CBN — cinco mortos na Serra Catarinense (22/09/2026): https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2026/09/22/helicoptero-com-cantor-rick-e-encontrado-na-serra-catarinense-cinco-pessoas-morreram.ghtml
  • Gshow — pico de buscas por Rick no Google Trends (22/09/2026): https://gshow.globo.com/cultura-pop/viralizou/noticia/comocao-nacional-leva-nome-de-rick-a-pico-de-buscas.ghtml

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e não substitui nota oficial das autoridades nem a investigação do acidente.

Primavera 2026 começa hoje às 21h05 com frente fria, chuva e 'clima' em alta no Google

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 15h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1, do R7/Google Trends, do Inmet e da Agência Brasil. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui alerta oficial da Defesa Civil nem previsão operacional do Inmet.

A primavera de 2026 começa oficialmente nesta terça-feira (22 de setembro) às 21h05 (horário de Brasília), marcada pelo equinócio de setembro. No mesmo dia, “clima” figura entre os assuntos mais buscados no Google no Brasil, segundo levantamento do R7 com auxílio do Google Trends — o pico de buscas foi registrado por volta das 07h10. A virada da estação coincide com a passagem de uma frente fria que espalha chuva pelo Sudeste e pelo Centro-Oeste e derruba as temperaturas no Sul.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público nas fontes citadas — sem inventar números ou alertas que elas não trazem.

Capa: primavera 2026, equinócio e clima — ilustração editorial

O que é o equinócio e quando termina a estação

O equinócio de setembro é o fenômeno astronômico em que o Sol cruza o equador celeste e o planeta tem cerca de 12 horas de luz e 12 horas de escuridão. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no Hemisfério Sul a primavera começa em 22/09/2026 às 21h05 e vai até 21 de dezembro, às 18h50.

Na climatologia brasileira, a estação é de transição entre o período seco e o chuvoso, sobretudo no centro do país. É quando o fluxo de umidade vindo da Amazônia tende a se intensificar e a alimentar a retomada gradual das chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste.

Equinócio de setembro e início da primavera — ilustração

Por que “clima” está em alta nas buscas

O R7, com dados do Google Trends, aponta “clima” entre os temas mais pesquisados nesta terça (22), ligado à chegada da primavera. Meteorologistas citados pelo R7 destacam, para a nova estação, o enfraquecimento gradual da seca típica de outono e inverno no Sudeste, Centro-Oeste e Centro-Norte, com aumento das chuvas a partir de outubro, além de pancadas localizadas, calor intenso e baixa umidade à tarde. As recomendações práticas repetidas na cobertura: hidratação, protetor solar e evitar exposição ao sol entre 10h e 16h.

Como começa a primavera: frente fria nesta terça

Segundo o g1 (Roberto Peixoto, 22/09/2026), a virada da estação coincide com uma frente fria. Pontos já públicos na cobertura:

  • Chuva no Centro-Oeste e no Sudeste, com queda de temperatura.
  • No Sul, ar frio derruba os termômetros; Rio Grande do Sul e serras de Santa Catarina podem registrar geada na quarta-feira (23).
  • No Sudeste, a tendência da estação é alternar dias quentes com temporais; no Centro-Oeste, rajadas e retomada gradual das chuvas.
  • Norte: clima mais quente e seco, com risco à navegabilidade de rios.
  • Nordeste: calor intenso e tempo seco no interior; chuvas irregulares no Matopiba podem afetar o início do plantio.

A Agência Brasil (22/09/2026) reforça que o Inmet emitiu alerta laranja de tempestade em áreas de Mato Grosso do Sul até o litoral do Paraná, São Paulo e sul fluminense, passando pelo sul de Minas Gerais. Há também aviso amarelo de baixa umidade no norte de Minas.

Frente fria e chuva no Centro-Sul — ilustração

Números de temperatura citados pelo g1

  • Porto Alegre (RS): mínima em torno de 8 °C nesta terça e cerca de 6 °C na quarta.
  • Curitiba (PR): máxima cerca de 20 °C nesta terça e 12 °C na quarta.
  • São Paulo (capital): entre 16 °C e 23 °C nesta terça; na quarta, entre 13 °C e 18 °C.
  • Rio de Janeiro: máxima pode chegar a 32–33 °C antes da mudança; na quarta, cerca de 20–25 °C.
  • Belo Horizonte (MG): ainda pode chegar a cerca de 35 °C antes das instabilidades.
  • Campo Grande (MS): máxima em torno de 25 °C nesta terça e 24 °C na quarta; há previsão de chuva forte, raios, granizo e rajadas de 70 a 90 km/h em alguns pontos, com acumulados que podem passar de 40 a 50 mm.

Esses valores são os divulgados na cobertura do g1/Inmet/Climatempo citada — confirme sempre a previsão atualizada da sua cidade no Inmet ou no app oficial de alerta.

O que a primavera tende a trazer no restante da estação

Destaques da cobertura do g1 e do Inmet para o conjunto da primavera:

  • Temperaturas acima da média em grande parte do país, com diferenças regionais importantes.
  • Retorno gradual das chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste, alimentado pelo fluxo de umidade da Amazônia.
  • Possíveis primeiros episódios de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), com chuva persistente em faixas do Norte, Centro-Oeste e Sudeste.
  • No Sul, episódios de temporais (chuva forte, vento, raios e eventual granizo) seguem comuns; tendência de chuva acima da média no conjunto da estação.
  • No Norte e no interior do Nordeste, calor intenso e chuva abaixo da média em várias áreas — com risco de queimadas e impacto na navegabilidade de rios citados pela cobertura.

O meteorologista César Soares (Climatempo), citado pelo g1, avalia que o começo da estação deve manter frio e bastante chuva em áreas do Sudeste, Sul e Centro-Oeste até a primeira quinzena de outubro. Depois dessa virada mais fria, a tendência apontada na reportagem é de temperaturas acima do normal em grande parte do Brasil. Com expectativa de El Niño forte, a Climatempo/g1 associa condições mais favoráveis a ondas de calor e irregularidade de chuvas; áreas como norte de Minas, norte de Goiás, Mato Grosso, interior do Nordeste, Tocantins, Pará, leste do Amazonas e Roraima podem ter vários dias acima de 40 °C.

O que observar nas próximas horas e dias

  • Confirmação de geada no RS e serras de SC na quarta (23), conforme Inmet.
  • Avanço da frente fria e alertas laranja/amarelo do Inmet no Centro-Sul.
  • Restabelecimento de serviços se houver temporais localizados (energia, trânsito, drenagem).
  • Atualização da previsão semanal do Inmet (Informativo Meteorológico) para 21–28/09.
  • Evolução das chuvas no Matopiba e impacto no calendário agrícola, conforme a imprensa setorial.

Para quem organiza documentação de empresa, CNPJ ou rotina de trabalho em dias de chuva forte e deslocamentos interrompidos, o Consultor CNPJ (https://consultorcnpj.com.br/) e a página ORbite 360 reúnem ferramentas práticas de consulta — útil também em períodos de forte variação climática.

Resumo rápido

  • Quando: primavera começa 22/09/2026 às 21h05 (Brasília); vai até 21/12 às 18h50 (Inmet).
  • Trends: “clima” entre os mais buscados no Google no Brasil nesta terça; pico ~07h10 (R7/Trends).
  • Hoje: frente fria com chuva no Sudeste/Centro-Oeste e frio no Sul; possível geada no RS/serras de SC na quarta.
  • Alertas: Inmet com laranja de tempestade em faixa MS–PR–SP–sul RJ–sul MG (Agência Brasil).
  • Estação: transição seca→chuva no centro do país; calor acima da média em várias regiões; chuvas irregulares no Norte/Nordeste.
  • Fontes: g1, R7/Google Trends, Inmet, Agência Brasil (22/09/2026).

Fontes

  • g1 — “Primavera começa nesta terça com chuva, temporais e queda de temperatura no Centro-Sul” (Roberto Peixoto, 22/09/2026): https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/09/22/primavera-comeca-nesta-terca-com-chuva-temporais-e-queda-de-temperatura-no-centro-sul.ghtml
  • R7 — “‘Clima’ é um dos assuntos mais buscados no Google nesta terça-feira (22)” (22/09/2026): https://www.r7.com/tempo/clima-e-um-dos-assuntos-mais-buscados-no-google-nesta-terca-feira-22-22092026/
  • Inmet — previsão primavera 2026: https://portal.inmet.gov.br/noticias/primavera-2026-confira-a-previs%C3%A3o-para-a-esta%C3%A7%C3%A3o
  • Agência Brasil — previsão de chuvas e alerta Inmet (22/09/2026): https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/previsao-e-chuvas-nas-regioes-sul-sudeste-norte-e-centro-oeste

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e oficial e não substitui alerta da Defesa Civil nem a previsão operacional do Inmet.

Na ONU, Lula diz que não vai 'terceirizar' combate ao crime; cita PCC, CV e soberania

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 12h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1 sobre o discurso de abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui a íntegra oficial do pronunciamento nem orientação diplomática ou jurídica.

Capa: Lula na ONU — crime organizado, PCC, CV e soberania

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu nesta terça-feira (22 de setembro de 2026) o debate geral da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, e usou a tribuna para defender soberania, multilateralismo e cooperação contra o crime organizado. Segundo o g1, Lula afirmou que o Brasil "não subestima o desafio representado pelo crime organizado", mas que não pretende "terceirizar a responsabilidade" de proteger cidadãos e fronteiras — em meio a tensões com o governo dos Estados Unidos sobre a classificação do PCC e do Comando Vermelho.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público na cobertura do g1 — sem inventar números, trechos literais extras ou avaliações que a fonte não traz.

O que Lula disse sobre crime organizado

De acordo com o g1 (Kellen Barreto e equipe, 22/09/2026 11h11), Lula declarou:

  • "O Brasil não subestima o desafio representado pelo crime organizado. Estamos preparados para enfrentar as organizações criminosas que aterrorizam nossas comunidades."
  • Citou impactos concretos: "Trabalhadores são roubados. Mães perdem seus filhos. Policiais não voltam para suas casas. As pessoas estão cansadas da violência."
  • Em seguida: "Mas não vamos terceirizar a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo. Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas. Precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastecem o crime."

O presidente citou ainda uma proposta entregue pessoalmente ao presidente Donald Trump: "Queremos combater a lavagem de dinheiro realizada por criminosos brasileiros no exterior." Também mencionou acordos com países vizinhos e a parceria mantida com os Estados Unidos, com troca de informações, compartilhamento de inteligência e atuação conjunta das forças de segurança.

Ilustração: cooperação internacional contra o crime organizado

Por que o tema PCC e CV está na mesa

A cobertura situa o discurso no impasse diplomático recente: o governo Trump tem afirmado que o Brasil falhou no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV) e chegou a enquadrá-los como organizações terroristas internacionais. O governo brasileiro contesta esse enquadramento.

Para Brasília, segundo o g1, PCC e CV são organizações criminosas voltadas sobretudo ao lucro (tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e controle de regiões), e não se enquadram na definição de terrorismo da legislação brasileira. A Lei Antiterrorismo brasileira considera terrorismo a prática de determinados atos por razões como xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado. É com base nessa diferença de motivação que o governo sustenta o combate como crime organizado, e não como terrorismo.

Ao mesmo tempo, o governo afirma defender endurecimento das ações: retomada de comunidades sob domínio do crime, reforço de segurança e fiscalização nas fronteiras e maior integração entre as forças de segurança.

Soberania: "O Brasil não cabe no quintal de ninguém"

Em reportagem paralela do g1 (22/09/2026 11h07), Lula reforçou a linha de soberania e não interferência. Frases destacadas pela cobertura:

  • "Somos chamados a optar entre multilateralismo ou unilateralismo, democracia ou extremismo, soberania ou subordinação."
  • "O Brasil não cabe no quintal de ninguém" e precisa de parceiros com agenda positiva de desenvolvimento.
  • "A democracia está novamente em xeque. Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais."
  • "Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos e externos, atentem contra a vontade popular. A democracia brasileira pertence aos brasileiros. O Brasil continuará sendo um país soberano."

O contexto eleitoral é explícito nas reportagens: o primeiro turno está marcado para 4 de outubro; Lula disputa com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que em maio foi recebido por Trump na Casa Branca. O governo brasileiro tem demonstrado preocupação com eventual interferência externa no pleito.

Ilustração: soberania e multilateralismo na ONU

Tarifas, PIX, IA e meio ambiente

Outros pontos do discurso, conforme o g1:

  • Tarifas e comércio: Lula afirmou que a OMC "respira por aparelhos" e criticou o uso de tarifas como "armas de coerção e chantagem"; disse que, apesar do tarifaço, o Brasil deve bater novo recorde de exportações neste ano.
  • PIX: "Não vamos ceder às pressões de multinacionais que querem privatizar o nosso PIX."
  • Inteligência artificial: criticou "tecno-oligarcas" e uma corrida digital "sem freios éticos à revelia da ONU", defendendo regulamentação das plataformas.
  • Amazônia: destacou a queda do desmatamento ao menor nível em 11 anos e repetiu que "a floresta vale mais em pé do que destruída", ao mesmo tempo em que falou em explorar recursos como terras raras e a Margem Equatorial com geração de valor e transferência de tecnologia em território nacional.

Ministério da Segurança e PEC

No front doméstico ligado ao tema, Lula defende a criação de um Ministério da Segurança Pública e a aprovação da PEC da Segurança, que amplia a participação da União no enfrentamento ao crime e a integração com estados e municípios, além de mudanças nas atribuições da PF e da PRF. Segundo o g1, a proposta foi aprovada pela CCJ do Senado no início deste mês, mas ainda precisa passar pelo plenário.

O que observar nas próximas horas

  1. Divulgação da íntegra oficial do discurso (o g1 indica link para a íntegra).
  2. Reação do governo dos EUA e de Trump, que falou na sequência na Assembleia.
  3. Desdobramentos da proposta de cooperação contra lavagem de dinheiro citada por Lula.
  4. Tramitação da PEC da Segurança no plenário do Senado.
  5. Impacto da fala na campanha eleitoral a menos de duas semanas do 1º turno.

Para empresas e investidores que acompanham risco geopolítico, comércio exterior e ambiente de negócios — inclusive leitores do Consultor CNPJ (https://consultorcnpj.com.br/) e da página ORbite 360 — o discurso desta terça reforça que soberania, tarifas e cooperação em segurança seguem no centro da agenda Brasil–EUA.

Resumo rápido

  • Quando/onde: 22/09/2026, abertura do debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU, Nova York.
  • Crime organizado: Lula diz que o Brasil não subestima o desafio, mas não vai "terceirizar" a defesa das fronteiras; pede cooperação contra fluxo de armas e dinheiro; cita proposta entregue a Trump sobre lavagem de dinheiro.
  • PCC/CV: governo brasileiro contesta classificação como terrorismo e insiste em combate como organizações criminosas.
  • Soberania: "O Brasil não cabe no quintal de ninguém"; rejeição a ingerência em eleições; democracia "pertence aos brasileiros".
  • Outros eixos: críticas a tarifas/OMC, defesa do PIX, regulamentação de IA, Amazônia e exploração com valor no território.
  • Fontes: g1 — Kellen Barreto, Ana Flávia Castro, Mariana Laboissière, Gustavo Garcia (22/09/2026).

Fontes

  • g1 — "Na ONU, Lula diz que país não vai 'terceirizar responsabilidade' sobre crime organizado..." (22/09/2026 11h11): https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/22/na-onu-lula-defende-cooperacao-contra-crime-organizado-em-meio-a-divergencia-com-eua-sobre-pcc-e-cv.ghtml
  • g1 — "Lula na ONU: Presidente defende soberania e critica interferência" (22/09/2026 11h07): https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/22/na-onu-lula-defende-soberania-em-meio-a-eleicao-no-brasil-e-tensao-com-governo-trump.ghtml

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e não substitui a íntegra oficial do discurso nem orientação diplomática.

Chanceler alerta Celac contra relativização da soberania; Lula discursa na ONU hoje

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 10h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1/GloboNews (Filipe Matoso, 22/09/2026 08h44). Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui nota oficial do Itamaraty nem orientação diplomática ou jurídica.

Capa: diplomacia Celac/ONU — ilustração editorial abstrata

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, discursou nesta terça-feira (22 de setembro de 2026) em Nova York, na reunião de ministros da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). Segundo o Itamaraty, o chanceler alertou representantes da região para a “relativização da soberania” e a “erosão do multilateralismo”. A mensagem chega no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa na Assembleia Geral da ONU.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público na cobertura do g1 — sem inventar números, trechos literais extras ou avaliações que a fonte não traz.

O que Vieira disse na Celac

De acordo com o g1, Vieira usou o encontro de ministros da Celac para fazer um “alerta” sobre a relativização da soberania. O contexto imediato, segundo a reportagem, é a avaliação de integrantes do governo brasileiro de que os Estados Unidos têm tentado interferir nas eleições presidenciais deste ano.

A Celac reúne países da América Latina e do Caribe e funciona como fórum de coordenação política regional. O discurso do chanceler, portanto, mira pares diplomáticos da região — e não apenas a plateia da ONU.

O que o Itamaraty publicou

Ilustração: soberania e multilateralismo — conceito editorial

A informação chegou ao público pelas redes sociais do Itamaraty. Em nota citada pelo g1, o ministério informou que, em seu discurso, Mauro Vieira “alertou para a relativização da soberania e a erosão do multilateralismo”. A própria reportagem registra que a nota não detalhou o texto literal completo do discurso.

Ou seja: o que está documentado até aqui é o enquadramento oficial resumido pelo Itamaraty, e não a íntegra do pronunciamento. Quem acompanha política externa precisa distinguir o alerta público do conteúdo integral ainda não divulgado na íntegra pela imprensa citada.

Lula na ONU nesta terça

Vieira está em Nova York para acompanhar Lula, que discursa nesta terça (22) na Assembleia Geral das Nações Unidas. Auxiliares do presidente, segundo o g1, afirmam que Lula deve defender a soberania no discurso — enviando recados à comunidade internacional, porém sem citar nomes específicos, como o do presidente Donald Trump, para evitar embates ou constrangimentos.

A combinação Celac + Assembleia Geral no mesmo dia reforça o eixo temático: soberania, multilateralismo e coordenação regional. Para empresas e investidores que monitoram risco geopolítico e comércio exterior — inclusive leitores que acompanham análise de ambiente de negócios no Consultor CNPJ (consultorcnpj.com.br) e na página ORbite 360 — o calendário diplomático desta terça é um ponto de atenção, ainda que o conteúdo oficial continue incompleto até a divulgação integral dos discursos.

Contexto Brasil–EUA citado pelo g1

A reportagem situa as declarações num contexto em que o governo Trump, segundo o g1:

• Impôs dois tarifaços sobre produtos brasileiros, afirmando que o Brasil adota práticas desleais contra empresários americanos e falha ao coibir importação de mercadoria produzida onde há trabalho forçado;

• Classificou as facções PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais, afirmando que o Brasil falhou ao combatê-las e que elas passaram a atuar em território americano;

• Indicou como embaixador no Brasil um político, e não um diplomata, alinhado à direita e que defende ações militares na região.

Esses três pontos são apresentados pelo g1 como pano de fundo das tensões — não como julgamento deste blog. O Cantinho Verde Lar apenas recapitula o que a fonte jornalística já publicou.

A conversa telefônica Lula–Trump

Ilustração: cooperação regional na América Latina — abstrato

Ainda segundo relatos de auxiliares do presidente citados pelo g1, Lula e Trump falaram recentemente por cerca de uma hora e meia pelo telefone. Na conversa, Trump teria mencionado as eleições brasileiras; Lula teria respondido que o processo transcorre normalmente e que o sistema de votação (urna) é confiável.

Além disso, Lula tem dito publicamente ter vontade de se encontrar com Trump para pedir que o presidente americano não tente interferir nas eleições deste ano. O desejo de encontro pessoal e a defesa pública do calendário eleitoral brasileiro formam, na cobertura, o contraponto diplomático ao alerta feito por Vieira na Celac.

Celac e a candidatura de uma mulher à ONU

Na mesma nota, o Itamaraty informou que Vieira reiterou a defesa brasileira pela candidatura de uma mulher da região para o posto de secretário-geral da ONU, cujo mandato atual de António Guterres se encerra neste ano. O Brasil apoiava a ex-presidente chilena Michelle Bachelet, que desistiu; o país ainda não anunciou novo apoio, mas defende a rotatividade regional e a escolha da primeira mulher a ocupar o cargo máximo da organização.

O Itamaraty destacou ainda a coesão dos países da Celac em torno de uma candidatura da região, “em respeito ao princípio de rotatividade entre as regiões”, e a posição brasileira em favor de “uma mulher da região” para o cargo.

O que observar hoje

• Conteúdo integral (ou trechos oficiais adicionais) do discurso de Vieira na Celac, se o Itamaraty ou a imprensa ampliarem a nota.

• Discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU nesta terça (22), com ênfase esperada em soberania — sem citação nominal de líderes estrangeiros, segundo auxiliares.

• Reações de pares da Celac ao alerta sobre relativização da soberania e erosão do multilateralismo.

• Sinais sobre a sucessão no comando da ONU e eventual indicação de apoio brasileiro após a desistência de Bachelet.

• Qualquer atualização sobre contato Lula–Trump (encontro presencial ou novos recados públicos sobre não interferência eleitoral).

Resumo rápido

Mauro Vieira alertou ministros da Celac, em Nova York, contra a relativização da soberania e a erosão do multilateralismo, segundo nota do Itamaraty citada pelo g1. O chanceler acompanha Lula, que discursa hoje na Assembleia Geral da ONU com foco esperado em soberania, sem citar nomes. O pano de fundo inclui tarifaços, a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais e a indicação de embaixador político, além de conversa telefônica de cerca de 1h30 entre Lula e Trump sobre as eleições brasileiras. Vieira também reiterou apoio a uma mulher da região como secretária-geral da ONU.

Fontes

• g1 / GloboNews — Filipe Matoso, 22/09/2026 08h44: g1 — Chanceler alerta relativização da soberania

Disclaimer: conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar; não substitui nota oficial do Itamaraty nem cobertura integral dos discursos.

Ata do Copom: BC detalha 5º corte e Selic em 13,75% às vésperas das eleições

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 8h, horário de São Paulo) com base na cobertura do O Globo sobre a ata do Copom, na decisão já conhecida do g1 (16/09/2026) e em materiais de calendário citados pela imprensa. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui comunicado oficial do Banco Central nem orientação de investimento.

Capa: Selic, Copom e economia brasileira — ilustração editorial

O Banco Central divulga nesta terça-feira (22 de setembro de 2026) a ata da 281ª reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O documento detalha os motivos da decisão unânime tomada em 16/09/2026, quando a Selic caiu de 14% para 13,75% ao ano — o quinto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual. O calendário do BC prevê a publicação da ata na terça seguinte à reunião, por volta das 8h.

Com o novo patamar, a Selic fica no menor nível desde março de 2025 (quando estava em 13,25%). A sequência de cortes iniciada em abril derrubou a taxa de 14,75% para 13,75%. Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que a imprensa destaca da comunicação pós-reunião e o que observar às vésperas das eleições.

O que a decisão de 16/09 já estabeleceu

Na reunião de 16 de setembro, o Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p., de 14% para 13,75% ao ano, em votação unânime. Foi o quinto ajuste consecutivo de mesma magnitude. Segundo a cobertura do g1 à época e o consolidado das reportagens desta manhã, o colegiado manteve a mensagem de que a restrição monetária ainda é necessária para ancorar a inflação na meta.

Pontos já públicos antes da ata:

• Corte de 0,25 p.p.: Selic a 13,75% a.a.

• Decisão unânime na 281ª reunião.

• Quinto corte seguido de 0,25 p.p. desde o início do ciclo em abril.

• Menor nível da Selic desde março/2025 (13,25%).

• Trajetória citada: de 14,75% para 13,75% com os cortes desde abril.

Ilustração: crédito, juros e dinheiro — conceito editorial

O que a ata deve detalhar (comunicação pós-reunião)

Reportagens como a do O Globo (Thaís Barcellos, 22/09/2026) antecipam que a ata aprofunda a mudança de tom do BC: a autoridade monetária passou de uma formulação que “sugere” para outra que “mostra” moderação da atividade em setores cíclicos. Ao mesmo tempo, o diagnóstico segue de economia ainda resiliente e de mercado de trabalho aquecido — combinação que explica por que o ritmo dos cortes permanece cauteloso.

Sobre inflação, o quadro descrito nas fontes é:

• Índice geral e média das medidas subjacentes abaixo do limite superior da meta, mas ainda acima da meta de 3,0%.

• Expectativas de inflação longe da meta, acompanhadas “com atenção”.

• Projeção oficial de inflação no horizonte relevante em 3,2% — perto da meta de 3,0%.

• No Focus (conforme citação na cobertura), Selic em 13,75% no fim de 2026 e 12% no fim de 2027.

Ou seja: há progresso no processo desinflacionário, mas o BC continua sinalizando que não há espaço para afrouxamento acelerado enquanto as expectativas não convergirem de forma mais clara.

Cenário externo e cautela

A caracterização do cenário externo, segundo a imprensa, não mudou de forma relevante em relação a agosto: permanece a cautela com Oriente Médio, política monetária nas economias avançadas e volatilidade de ativos e commodities. Reportagens citam petróleo em torno de US$ 100 e o ambiente de juros altos nos EUA como pano de fundo — sem alterar, por si só, a mensagem central de que o ciclo doméstico depende sobretudo dos dados brasileiros de atividade, crédito e expectativas.

Forward guidance: planos em aberto às vésperas das eleições

O Copom mantém planos em aberto: a magnitude do ciclo de cortes depende de novas informações. A restrição monetária segue descrita como necessária para a meta. No front político, a cobertura destaca que as eleições podem funcionar como gatilho de reação cambial conforme a posição fiscal do vencedor — um risco de comunicação, não um compromisso de política.

Para empresas e famílias, o recado prático é de gradualismo: crédito e planejamento financeiro ainda convivem com juros altos em termos históricos recentes, mesmo após cinco cortes de 0,25 p.p. Quem acompanha fluxo de caixa, renegociação de dívidas ou abertura de CNPJ encontra nesse cenário um motivo a mais para organizar documentação e custos fixos com antecedência — um tema que o Consultor CNPJ (https://consultorcnpj.com.br/) trata no dia a dia de formalização e regularidade empresarial, sem substituir a leitura da ata oficial.

Ilustração: calendário, eleições e equilíbrio da economia

O que observar a partir de hoje

• Texto completo da ata da 281ª reunião no site do Banco Central (publicações / atas do Copom).

• Como o comitê equilibra “moderação da atividade” com “economia resiliente” e mercado de trabalho aquecido.

• Menções a expectativas de inflação e à projeção de 3,2% no horizonte relevante.

• Tom sobre o cenário externo (cautela sem mudança de caracterização vs agosto).

• Sinais de forward guidance: planos em aberto e dependência de novos dados.

• Calendário citado pela imprensa: Relatório de Política Monetária previsto para 24/09 às 8h — acompanhar confirmação no site do BC.

• Reação de câmbio, juros futuros e bolsa na abertura após a ata, especialmente com o calendário eleitoral no radar.

Resumo rápido

• Ata da 281ª reunião do Copom divulgada em 22/09/2026 (terça seguinte à reunião, ~8h).

• Decisão de 16/09: Selic de 14% para 13,75% a.a. (−0,25 p.p.), unânime; 5º corte consecutivo.

• Menor Selic desde março/2025 (13,25%); sequência desde abril: de 14,75% a 13,75%.

• BC “mostra” (não só “sugere”) moderação em setores cíclicos; economia ainda resiliente; trabalho aquecido.

• Inflação: geral e subjacentes abaixo do teto da meta, mas acima de 3,0%; expectativas longe da meta, “com atenção”.

• Projeção oficial ~3,2% no horizonte relevante; Focus: Selic 13,75% fim/2026 e 12% fim/2027.

• Externo: cautela (Oriente Médio, avançadas, commodities); sem mudança de caracterização vs agosto.

• Forward guidance em aberto; eleições podem afetar câmbio via leitura fiscal do vencedor.

• Próximo marco citado pela imprensa: Relatório de Política Monetária em 24/09 às 8h.

Fontes

• O Globo — “Banco Central detalha hoje decisão que levou ao corte da Selic para 13,75% ao ano” (Thaís Barcellos, 22/09/2026).

• g1 — cobertura da decisão do Copom de 16/09/2026 (Selic a 13,75%, corte de 0,25 p.p., unânime).

• Banco Central — atas do Copom: https://www.bcb.gov.br/publicacoes/atascopom

• Calendário do Relatório de Política Monetária (24/09 ~8h) conforme citação em veículos de análise / imprensa — confirmar no site do BC.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Quaest: Lula 37% e Flávio 33% no 1º turno; empate técnico a 13 dias da eleição


Atualizado em 21/09/2026 (ciclo 20h, horário de São Paulo) com base na pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira e na cobertura do g1, do Valor Econômico e do Extra/O Globo. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui boletim oficial do TSE nem orientação de campanha.

A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21 de setembro de 2026) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 33%. Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o cenário é de empate técnico no limite estatístico — a primeira vez na série histórica do instituto, nesta campanha, em que os dois principais candidatos aparecem empatados nesse patamar no 1º turno.

O levantamento foi encomendado pelo jornal O Globo e pela TV Globo. Foram ouvidas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre quinta-feira (17) e domingo (20). O índice de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-06004/2026. Faltam cerca de 13 dias para o primeiro turno, marcado para 4 de outubro.


Números do 1º turno (estimulada)

Na pesquisa estimulada — em que o instituto apresenta os nomes dos candidatos aos entrevistados — os percentuais divulgados pelas reportagens do g1 e do Valor são:

  • Lula (PT): 37% (eram 36% na pesquisa anterior)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 31%)
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 6% (eram 7%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (estável)
  • Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)
  • Romeu Zema (Novo): 1% (estável)
  • Samara Martins (UP): 1% (era zero na rodada anterior, conforme o g1)
  • Indecisos: 8% (eram 10%)
  • Branco, nulo ou não vai votar: 7% (estável)

Segundo o Valor, candidatos que não atingiram 1% incluem Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB), que voltou a figurar após a Justiça Eleitoral rejeitar o registro de Pablo Marçal.

Há uma semana, Lula marcava 36% e Flávio 31%. A distância entre os dois caiu de cinco para quatro pontos. No fim de agosto, a vantagem de Lula sobre Flávio estava em sete pontos, segundo a série citada pelo Valor.

Segundo turno: Flávio 42% x Lula 41%

Em eventual segundo turno entre os dois, Flávio Bolsonaro aparece com 42% e Lula com 41% — novamente empate técnico dentro da margem de dois pontos. Na pesquisa da semana passada, Flávio já marcava 42% e Lula 40%, também em empate técnico; foi a primeira vez na série do instituto em que o senador ultrapassou numericamente o petista nesse confronto.

A Quaest também simulou outros cenários de segundo turno, conforme o Valor:

  • Lula 39% x Augusto Cury 35%
  • Lula 41% x Ronaldo Caiado 39%
  • Lula 41% x Renan Santos 38%
  • Lula 46% x Romeu Zema 32%

Pesquisa espontânea e rejeição

Na pesquisa espontânea — sem mostrar nomes — Lula é citado por 31% e Flávio por 26% (na semana anterior, 28% e 23%). Cury permanece em 3%. Indecisos caíram de 41% para 35%. Brancos e nulos seguem em 2%.

A rejeição permanece alta: 56% dizem que não votariam em Flávio (eram 55%) e 55% não votariam em Lula (estável). Entre quem já indicou candidato, 79% afirmam que a escolha é definitiva e 21% dizem que ainda podem mudar.

Bolsa Família, STF e Banco Master

A nova rodada é a primeira do instituto após a sessão do STF sobre o julgamento do ministro Alexandre de Moraes no caso do Banco Master e após o anúncio do reajuste de 15% do Bolsa Família. O piso do programa passaria de R$ 600 para R$ 691, com início previsto em 19 de outubro, antes de eventual segundo turno. O impacto citado pelo Valor é de R$ 5,8 bilhões neste ano (a partir da folha de outubro) e cerca de R$ 22 bilhões em 2027. O ministro Gilmar Mendes decidiu na sexta-feira (18) que o reajuste não fere as regras eleitorais por recompor a inflação acumulada; há ação de Renan Santos no TSE ainda pendente de julgamento.

Entre beneficiários do Bolsa Família, a intenção de voto em Lula e Flávio ficou estável: Lula de 58% para 56%; Flávio de 27% para 30%. Brancos e nulos nesse recorte: 12%; indecisos: 2%.

Sobre a crise no STF, a fatia que diz que o tema não afeta o voto na eleição presidencial passou de 67% para 62%. Quem diz que a crise reforça a escolha atual avançou de 22% para 26% — movimento que o diretor da Quaest, Felipe Nunes, atribuiu especialmente ao eleitorado de esquerda.

No caso Master, caiu de 46% para 37% a parcela que acha que todos os políticos têm a imagem afetada. A vinculação com a família Bolsonaro passou de 15% para 21%; o STF de 17% para 16%; Lula de 9% para 11%.

Lula x Bolsonaro na percepção do eleitor

Quando perguntados se Lula faz um governo melhor, igual ou pior que Jair Bolsonaro, 42% respondem melhor, 42% pior e 12% igual. Sobre o que causa mais medo — continuidade de Lula ou volta dos Bolsonaros — 43% citam a permanência do petista e 42% o retorno da família ao Planalto.

Segundo Nunes, 55% dos eleitores acreditam que Lula deve vencer em outubro e 30% apostam em Flávio. No eleitorado feminino em geral, Lula passou de 41% para 44% e Flávio de 38% para 37%. Já entre homens, eleitores com renda acima de cinco salários mínimos e evangélicos, o candidato do PL ampliou vantagem, conforme a análise citada pelo Valor.


O que observar até 4 de outubro

  1. Se o empate técnico no 1º turno se consolida ou se algum dos dois abre distância nas próximas rodadas.
  2. Impacto efetivo do reajuste do Bolsa Família a partir de 19 de outubro, caso haja segundo turno.
  3. Repercussão eleitoral da crise no STF e do caso Banco Master nas narrativas de campanha.
  4. Movimento de indecisos (8% na estimulada; 35% na espontânea) e de quem ainda pode mudar de voto (21%).
  5. Desempenho de terceiros (Cury, Caiado, Renan, Zema) e eventual transferência em segundo turno.

Para quem acompanha a agenda pública e precisa manter CNPJ, obrigações e documentação em dia no dia a dia da empresa, o Consultor CNPJ / ORbite 360 reúne ferramentas práticas de consulta e gestão — útil também em períodos de forte cobertura eleitoral.

Resumo rápido

  • Quando: divulgação em 21/09/2026; campo 17–20/09; 2.004 entrevistas; margem ±2 p.p.; TSE BR-06004/2026
  • 1º turno: Lula 37%, Flávio 33% (empate técnico inédido na série Quaest desta campanha)
  • 2º turno Lula x Flávio: Flávio 42%, Lula 41% (empate técnico)
  • Demais: Cury 6%, Caiado 4%, Renan 3%, Zema 1%, Samara 1%; indecisos 8%; branco/nulo 7%
  • Contexto: primeira rodada pós-sessão STF (Moraes/Master) e pós-anúncio do reajuste de 15% do Bolsa Família
  • Fontes: g1, Valor Econômico, Extra/O Globo (21/09/2026)

Fontes

  • g1 — “Pesquisa Quaest: Lula tem 37% e Flávio Bolsonaro 33% no 1º turno” (21/09/2026)
  • Valor Econômico — “Quaest: Lula e Flávio empatam no primeiro e segundo turnos, a 13 dias da eleição” (21/09/2026, atualizado 19h41)
  • Extra/O Globo — cobertura da mesma pesquisa encomendada por O Globo e TV Globo

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume pesquisa eleitoral e cobertura jornalística e não substitui o registro oficial no TSE nem orientação jurídica ou de campanha.

Lula em NY: reciprocidade contra EUA, ONU e alerta sobre interferência eleitoral

Vista panorâmica de Nova York ao entardecer

Nova York — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca em Nova York para participar da abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), em um momento de presso diplomática e de atenção redobrada às relaçes entre Brasil e Estados Unidos. A expectativa é que o discurso brasileiro reforce a defesa do multilateralismo, da soberania e do diálogo entre os países.

Em entrevista à CNN International, Lula afirmou que o presidente norte-americano Donald Trump “age como imperador ao tratar com outros governos. Ao mesmo tempo, disse que o Brasil pode recorrer à Lei da Reciprocidade para responder a medidas consideradas prejudiciais, mas ressaltou que não deseja uma guerra comercial. A preferência, segundo o presidente, continua sendo a negociação.

A sinalização combina firmeza e cautela. A eventual aplicação da lei, que permite ao governo brasileiro reagir de maneira proporcional a ações de outro país, foi apresentada como instrumento de defesa, não como anúncio de retaliação imediata. Lula disse que o caminho ideal é manter canais abertos e buscar soluções por meio do entendimento, especialmente em uma agenda econômica que afeta empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados.

O presidente também relatou estar atento a indícios de tentativas de interferncia dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro, inclusive com o uso de inteligência artificial. Ele afirmou que não está em pânico, mas considera o tema preocupante e acompanha a situação com cuidado. A declaração foi feita como alerta poltico: at o momento, as suspeitas mencionadas não foram apresentadas como prova concreta de uma operação.

Entre os motivos de preocupaão citados está a proximidade do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula afirmou que existem suspeitas, mas reconheceu que elas ainda precisam ser verificadas. A distinção entre indício e comprovação é central no debate, sobretudo quando alegaçes sobre influência estrangeira podem aumentar a tensão interna e internacional.

Paisagem urbana e edifícios de uma grande cidade

Apesar do tom crítico dirigido a Trump, no há reunião prevista entre os dois presidentes durante a passagem de Lula por Nova York. O encontro da ONU, portanto, deverá ser usado pelo governo brasileiro para expor suas prioridades em um cenário global marcado por disputas comerciais, conflitos e desconfiança sobre o uso poltico de novas tecnologias.

O discurso na abertura da AGNU também será uma oportunidade para Lula defender a cooperação internacional e apresentar o Brasil como interlocutor disposto a negociar, sem abrir mão de sua autonomia. A mensagem deverá equilibrar a cobrança por respeito entre Estados e a busca de pontes, evitando que divergências com Washington se transformem em confronto permanente.

As declaraçes ocorrem enquanto governos e sociedades discutem como proteger eleiçes contra campanhas coordenadas, desinformação e conteúdos produzidos por inteligência artificial. Para o Brasil, o desafio é preservar a integridade do processo eleitoral com transparência, instituições atentas e cooperação internacional, sem transformar suspeitas ainda não comprovadas em acusaçes definitivas.

Com informaçes divulgadas por Valor, CBN e InfoMoney.

Temporal no RS: ventos acima de 100 km/h deixam quase 900 mil sem luz e 4 desaparecidos

Temporal com ventos fortes e apagão no Rio Grande do Sul

Atualizado em 21/09/2026 (ciclo 18h, horário de São Paulo) com base na cobertura da Folha de S.Paulo, do g1 RS, da GaúchaZH e do Climatempo. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui alertas oficiais da Defesa Civil nem orientações do Corpo de Bombeiros.

Ventos acima de 100 km/h e chuvas intensas na madrugada desta segunda-feira (21) deixaram quase 900 mil pessoas sem energia no Rio Grande do Sul, quatro desaparecidos e ao menos um ferido grave. Pelotas concentrou o maior número de unidades sem luz; na Serra Gaúcha, volumes de chuva se aproximaram da média mensal em poucas horas.

O que se sabe até a tarde desta segunda

Segundo a Folha (atualização 14h14), os temporais da madrugada deixaram quatro desaparecidos e ao menos uma pessoa gravemente ferida. O Corpo de Bombeiros busca três pessoas — uma mulher de 43 anos, uma adolescente de 13 e um menino de 4 — que estavam em um carro arrastado pela correnteza em estrada entre Caxias do Sul e Flores da Cunha. Também em Caxias, os bombeiros procuram um homem que teria caído em uma galeria pluvial durante limpeza pela manhã. As identidades não foram divulgadas.

Em Pelotas, um homem sofreu ferimentos graves e foi levado ao hospital após subir no telhado para consertar telhas durante o vendaval, conforme a Defesa Civil municipal. No bairro Colina do Sol, a parede de um pavilhão desabou sobre um restaurante; ninguém ficou ferido. O vento também derrubou parte da fachada do estádio Boca do Lobo, sede do Esporte Clube Pelotas. Cinco estações de tratamento de água da cidade tiveram operações interrompidas por falta de luz e danos estruturais.

Rua com árvore caída e poste torto após temporal

Apagão: números por região

  • Mais de 890 mil pessoas sem luz no começo da manhã em todo o estado (Folha).
  • Pelotas: cerca de 94,3 mil unidades sem energia; chuva acumulada de 42 mm e ventos de até 89 km/h.
  • Porto Alegre: cerca de 48 mil pessoas sem luz; Bagé: 32,6 mil.
  • CEEE Equatorial: cerca de 591 mil clientes sem luz por volta das 7h; CPFL RGE: cerca de 303 mil.
  • Em Pelotas e Rio Grande somados, reportagens locais apontaram mais de 160 mil consumidores afetados só nessas duas cidades (A Hora do Sul).

A Defesa Civil estadual registrou ocorrências em 64 municípios na madrugada. Ao menos 624 pessoas ficaram desalojadas e quatro desabrigadas, segundo a Folha.

Ventos extremos e chuva na Serra

Em Rio Grande, a cobertura de um posto de gasolina desabou. Os ventos chegaram a 113,7 km/h (Climatempo), a segunda maior velocidade citada no estado — atrás de São Jerônimo, com 115,8 km/h. Em Nova Santa Rita, na região metropolitana, o vendaval danificou um centro logístico e tombou dois caminhões estacionados, sem feridos.

Na Serra, o acumulado de chuva foi alto: 162 mm em Caxias do Sul até o fim da manhã (MetSul), quase a média mensal de 181 mm; 171 mm em Farroupilha e 163 mm em Flores da Cunha. Trechos do rio Caí devem passar da cota de inundação ao longo da tarde, segundo a cobertura. Em Porto Alegre, quedas de árvores interromperam vias; ao menos 21 cruzamentos tiveram problemas com semáforos; uma árvore caiu sobre duas casas na Lomba do Pinheiro.

Céu de tempestade sobre o interior gaúcho

Rodovias e alerta meteorológico

Ao menos seis estradas federais e cinco estaduais estavam com trânsito parcial ou totalmente bloqueado por queda de árvores. A Defesa Civil havia alertado para chuvas intensas entre a noite de domingo e a madrugada de segunda, com risco de ventos de mais de 100 km/h, raios e cerca de 45 mm de chuva acumulada. O alerta cobria faixa da fronteira com o Uruguai até o Litoral Norte, incluindo metade sul e região metropolitana. Havia menção à possibilidade de tornado, mas até a atualização das reportagens não havia confirmação do fenômeno no estado.

O Inmet emitiu alerta vermelho para o RS (grau mais alto), com previsão de chuva intensa e rajadas acima de 100 km/h, conforme o g1.

Impacto em Pelotas: força-tarefa

A prefeitura de Pelotas registrou mais de 200 chamados na madrugada. O secretário municipal de Defesa Civil, Milton Martins, afirmou à GaúchaZH que a cidade foi muito atingida e que seria necessária uma grande força-tarefa. Bairros citados: Simões Lopes, Centro, Navegantes, corredor do Laranjal, Dunas, Areal e Três Vendas. Aulas da rede pública municipal foram suspensas na manhã. O município informou que tem até 10 dias para laudos e levantamento de prejuízos.

O que acompanhar nas próximas horas

  1. Buscas pelos quatro desaparecidos em Caxias do Sul / Flores da Cunha.
  2. Restabelecimento da energia (painel das concessionárias CEEE Equatorial e RGE).
  3. Situação das estações de tratamento de água em Pelotas.
  4. Bloqueios em rodovias federais e estaduais.
  5. Atualizações da Defesa Civil sobre desalojados e novas ocorrências na metade norte, onde a chuva ainda podia se intensificar.

Para quem precisa organizar documentação de empresa ou CNPJ enquanto serviços públicos e logística sofrem interrupções, o Consultor CNPJ / ORbite 360 reúne ferramentas práticas de consulta e gestão — útil em períodos de emergência climática.

Resumo rápido

  • Quando: madrugada de 21/09/2026
  • Onde: Rio Grande do Sul (destaque Pelotas, Serra, Porto Alegre, Rio Grande)
  • O quê: ventos >100 km/h, quase 900 mil sem luz, 4 desaparecidos, ferido grave em Pelotas
  • Estragos: fachada do estádio Boca do Lobo, pavilhão sobre restaurante, posto em Rio Grande, árvores e postes
  • Fontes: Folha, g1 RS, GaúchaZH, Climatempo, MetSul, Defesa Civil

Fontes: Folha de S.Paulo — “Temporais com ventos acima de 100 km/h deixam quatro desaparecidos e quase 900 mil sem luz no RS” (21/09/2026); g1 RS; GaúchaZH Zona Sul; A Hora do Sul; Climatempo / MetSul conforme citados nas reportagens.

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e não substitui alerta oficial da Defesa Civil nem orientação de emergência.

Queda de helicóptero em SC: cantor Rick e outras 4 pessoas morrem; nome dispara no Google Trends

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 18h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1 SC, da CBN, do Estadão e do Google Trends/Gshow. Text...