Radio

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Bolsa Família: NIS final 5 recebe nesta quarta (23); calendário e consulta no Caixa Tem

Atualizado em 23/09/2026 (ciclo 15h, horário de São Paulo) com base na cobertura do Terra/Portal de Prefeitura, da ISTOÉ Independente e em nota oficial do INSS sobre o calendário de setembro. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui extrato do Caixa Tem, do aplicativo Bolsa Família nem orientação do Ministério do Desenvolvimento.

A Caixa Econômica Federal libera nesta quarta-feira (23 de setembro de 2026) a parcela de setembro do Bolsa Família para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 5. O cronograma mensal começou no dia 17 e segue até 30 de setembro. No mesmo intervalo, o INSS confirma que os pagamentos de benefícios e auxílios referentes a setembro começam amanhã, 24/09, para quem recebe até um salário mínimo — um combo de datas que costuma aquecer as buscas por “Bolsa Família”, “Caixa Tem” e “calendário INSS”.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público nas fontes citadas — sem inventar valores individuais nem antecipar o reajuste de outubro como se já estivesse nesta parcela.


Quem recebe nesta quarta (23)

Segundo a cobertura do Terra (atualizada às 10h34 de 23/09/2026), o pagamento de hoje contempla o grupo com NIS final 5. Nesta rodada, o programa atende cerca de 19,29 milhões de famílias em todo o Brasil, com benefício médio citado de R$ 678,18 e piso de R$ 600. Esse valor médio é nacional: o depósito de cada família depende da composição e dos adicionais do programa.

A ISTOÉ Independente reforça que o valor pode chegar a cerca de R$ 750 ou ultrapassar essa faixa conforme a composição familiar e os adicionais — mas o piso oficial de setembro permanece em R$ 600.

O aumento para R$ 691 já vale nesta parcela?

Não nesta quarta. A cobertura do Terra deixa explícito: o piso de setembro continua em R$ 600. O reajuste anunciado para o programa começa a valer em outubro, quando o valor mínimo passa para R$ 691. A mudança deve ser aplicada automaticamente, sem pedido do beneficiário, e também alcança os adicionais previstos conforme a composição familiar. Ou seja: o pagamento liberado hoje ainda segue a tabela anterior ao reajuste.

Calendário completo do Bolsa Fa

mília em setembro

Os depósitos seguem os dias úteis, conforme o último algarismo do NIS (não confundir com os dígitos da via do cartão):

  • Final 1 — 17 de setembro
  • Final 2 — 18 de setembro
  • Final 3 — 21 de setembro
  • Final 4 — 22 de setembro
  • Final 5 — 23 de setembro (hoje)
  • Final 6 — 24 de setembro
  • Final 7 — 25 de setembro
  • Final 8 — 28 de setembro
  • Final 9 — 29 de setembro
  • Final 0 — 30 de setembro

Famílias de municípios contemplados por antecipação (emergência ou calamidade reconhecida pelo governo federal) podem ter recebido no primeiro dia do calendário, independentemente do final do NIS.

Como consultar e movimentar o valor

O valor individual, o extrato e a situação da parcela podem ser consultados nos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem, além do Portal Cidadão da Caixa. Telefones citados na cobertura: 111 (pagamentos e saques) e 121 (Disque Social — cadastro e regras do programa).

O saque pode ser feito em agências e caixas eletrônicos da Caixa, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. Quem recebe pela poupança social digital também movimenta pelo Caixa Tem (transferências, Pix, pagamento de contas), sem precisar ir à agência — ponto especialmente útil se o atendimento presencial estiver irregular.

INSS: pagamentos de setembro começam amanhã (24)

Em nota oficial publicada em 22/09/2026, o INSS informa que começa a pagar nesta quinta-feira (24) os benefícios e auxílios referentes a setembro. A data depende do número final do cartão de benefício, sem considerar o dígito verificador depois do traço (exemplo: benefício 0108-4 → final 8).

Até 1 salário mínimo: finais 1 (24/09), 2 (25/09), 3 (28/09), 4 (29/09), 5 (30/09), 6 (1/10), 7 (2/10), 8 (5/10), 9 (6/10), 0 (7/10).

Acima de 1 salário mínimo: finais 1 e 6 (1/10); 2 e 7 (2/10); 3 e 8 (5/10); 4 e 9 (6/10); 5 e 0 (7/10).

Para conferir o número do cartão, use o Meu INSS (“extrato de pagamento”) ou o telefone 135 (segunda a sábado, 7h–22h).


O que fazer agora (checklist rápido)

  1. Confirme o último dígito do seu NIS e o calendário de setembro.
  2. Abra o Caixa Tem / app Bolsa Família e verifique se a parcela de hoje já aparece.
  3. Se for antecipação por calamidade, confira se o município entrou na lista — o depósito pode ter saído no primeiro dia do calendário.
  4. Anote: o piso de R$ 691 é de outubro; setembro ainda é R$ 600 de piso.
  5. Se também recebe INSS, veja o final do cartão e a tabela a partir de 24/09.

Para MEIs, microempresas e quem precisa manter CNPJ, certificados e documentação em dia enquanto organiza o fluxo de caixa familiar e empresarial, o Consultor CNPJ e a página ORbite 360 reúnem ferramentas práticas de consulta — útil também em semanas de calendário concentrado de benefícios.

Resumo rápido

  • Quando: 23/09/2026 — Bolsa Família para NIS final 5; calendário até 30/09.
  • Piso setembro: R$ 600; média citada ~R$ 678,18; ~19,29 milhões de famílias.
  • Reajuste R$ 691: a partir de outubro (automático).
  • Consulta: apps Bolsa Família e Caixa Tem; telefones 111 e 121.
  • INSS: pagamentos de setembro começam 24/09 (até 1 SM); acima de 1 SM a partir de 1/10.
  • Fontes: Terra (23/09), ISTOÉ Independente, INSS/gov.br (22/09).

Fontes

  • Terra — “Bolsa Família libera pagamento nesta quarta (23); veja quem recebe” (23/09/2026)
  • ISTOÉ Independente — “Caixa Tem libera Bolsa Família… nesta quarta; veja quem recebe” (23/09/2026)
  • INSS / gov.br — “Começa nesta quinta (24) o pagamento… setembro” (publicado 22/09/2026)

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar — ciclo 15h. Imagens ilustrativas conceituais (sem rostos). Este post resume cobertura jornalística e oficial e não substitui extrato bancário nem orientação do MDS/Caixa/INSS.

Super El Niño: estudo projeta 451 mil mortes por calor até fev/2027; Brasil é o 5º mais atingido

Atualizado em 23/09/2026 (ciclo 12h, horário de São Paulo) com base em reportagens do g1, da Folha de S.Paulo, do Estado de Minas (Trends) e na cobertura do Climate Impact Lab via The Guardian. Projeções científicas — não prognósticos de mortes individuais.

Um novo relatório do Climate Impact Lab (pesquisadores ligados às universidades de Chicago e Berkeley) projeta cerca de 451 mil mortes adicionais relacionadas ao calor no mundo entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027, em comparação com um ano considerado normal. O Brasil aparece como o 5º país mais atingido, com cerca de 13,3 mil mortes extras no período (margem citada pela Folha em torno de ±700). Os números são projeções, não contagens confirmadas — e o g1 reforça: 451 mil são mortes adicionais frente a um ano típico, não o total absoluto atribuído ao El Niño.

No mesmo dia, o termo “Oceano Pacífico” disparou no Google Trends Brasil (alta superior a 1.000% entre terça e quarta, 23/09), segundo o Estado de Minas — sinal de que o debate sobre o aquecimento anormal do Pacífico e o chamado Super El Niño já chegou à busca cotidiana do público brasileiro.

O que é o Super El Niño, em linguagem direta

El Niño é o aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial. Esse desequilíbrio altera padrões de chuva e temperatura em várias regiões do planeta e costuma intensificar extremos: ondas de calor, seca em algumas áreas, chuva excessiva em outras. Quando a anomalia é especialmente forte, a cobertura jornalística e científica fala em “Super El Niño”.

Segundo o g1, o episódio atual começou em junho e, pelas previsões usadas no estudo, deve seguir pelo menos até o primeiro semestre de 2027. A janela de maior risco analítica do relatório é justamente setembro/2026 a fevereiro/2027, com pico frequentemente associado a novembro–dezembro na cobertura do fenômeno.

Os números do estudo (projeções)

Principais cifras reportadas pelo g1 e pela Folha a partir do Climate Impact Lab:

  • ~451 mil mortes adicionais por calor no mundo (set/2026–fev/2027) vs. ano normal;
  • temperaturas médias sobre áreas terrestres cerca de +1,2 °C acima do normal nos próximos meses, em grande parte devido ao El Niño;
  • 44% mais dias de calor extremo do que o esperado em um ano típico;
  • baseline de comparação: média dos períodos correspondentes entre 1996 e 2025;
  • Brasil: ~13,3 mil mortes adicionais (5ª posição);
  • à frente do Brasil: Nigéria (~31,4 mil), Indonésia (~19,3 mil), Sudão (~17,5 mil) e Índia (~15,8 mil);
  • no Brasil, a maior parte se concentra em dez/2026–fev/2027 (~8 mil dos 13,3 mil), segundo o g1.

No chamado Sul Global, a vulnerabilidade aparece com força: o Sahel africano soma cerca de 66,8 mil mortes adicionais projetadas (quase metade na Nigéria); Filipinas, Vietnã, Tailândia e Camboja juntos ~19,4 mil.

Por que o Brasil está no “top 5”

O ranking não significa que o Brasil terá o clima mais quente do planeta em graus Celsius absolutos. O modelo combina temperatura prevista com relações históricas entre calor e mortalidade, levando em conta vulnerabilidade populacional e capacidade de adaptação. Países populosos, com infraestrutura desigual de refrigeração, saúde e habitação, tendem a concentrar mais mortes adicionais mesmo quando a anomalia térmica parece “moderada” no mapa.

Os pesquisadores descrevem o episódio como um “cartão-postal do futuro”: o calor dos próximos meses se assemelha ao que modelos projetam para cerca de 20 anos à frente. Em outras palavras, o El Niño antecipa condições às quais muitas regiões ainda não tiveram tempo de se adaptar.

Como a estimativa foi feita (e o que ainda falta)

De acordo com o g1, a equipe aplicou relações temperatura–mortalidade a 24.378 regiões, usando previsões do sistema europeu ECMWF SEAS5, e comparou com a média 1996–2025. Incertezas meteorológicas e epidemiológicas entram na análise. Os detalhes completos da metodologia devem ser publicados depois em revista com revisão por pares — ou seja, trata-se de relatório científico em circulação jornalística, ainda sujeito a escrutínio acadêmico formal.

Como as previsões usadas vão só até fevereiro de 2027, os autores alertam que o número pode continuar subindo se o calor acima da média persistir além dessa data.

O que observar no Brasil nos próximos meses

  • Ondas de calor prolongadas, especialmente no verão 2026/2027 (dez–fev);
  • impacto desigual: idosos, crianças, trabalhadores ao ar livre e quem vive em áreas sem ventilação adequada;
  • pressão sobre saúde pública, energia (ar-condicionado) e abastecimento de água em regiões sob estresse hídrico;
  • comunicação clara: projeção ≠ sentença individual — mas é aviso precoce para políticas de adaptação.

Dicas práticas (Estado de Minas / orientação de calor extremo)

Mesmo sem “sentir sede”, a hidratação importa. Orientações recorrentes em coberturas de extremos térmicos incluem:

  • beber água com regularidade ao longo do dia;
  • evitar exposição ao sol entre 10h e 16h quando possível;
  • preferir roupas leves e ambientes arejados;
  • acompanhar alertas locais e, onde existirem, pontos de resfriamento (cooling centers) em ondas intensas.

Empresa, documentos e continuidade sob extremos

Calor extremo e interrupções (energia, logística, saúde ocupacional) afetam também quem empreende. Manter CNPJ, certificados e documentação em dia reduz atrito quando é preciso renegociar contratos, acessar crédito ou comprovar regularidade. Quem precisa consultar ou organizar dados empresariais pode usar o Consultor CNPJ — menção informativa, sem relação com o estudo climático.

Tendência de busca e o que isso diz sobre o interesse público

A explosão de buscas por “Oceano Pacífico” no Google Trends Brasil nesta quarta (23/09) não prova, sozinha, o impacto sanitário do El Niño — mas mostra que a narrativa científica e jornalística encontrou eco imediato. Quando anomalias de temperatura do Pacífico viram manchete com projeções de mortalidade, a população procura contexto: o que é o fenômeno, por que o Brasil aparece no ranking e o que muda no dia a dia até fevereiro de 2027.

Para o leitor do Cantinho Verde Lar, o ponto prático é distinguir projeção populacional de alarmismo individual. O Climate Impact Lab estima excessos de mortalidade agregados; a resposta útil passa por hidratação, sombra, ventilação, atenção a grupos vulneráveis e acompanhamento de alertas oficiais — não por pânico diante de um número nacional.

Linha do tempo do risco (set/2026–fev/2027)

A cobertura aponta que o fenômeno já está em curso desde junho e que o estudo usa um horizonte fechado até fevereiro de 2027. No Brasil, cerca de 8 mil das 13,3 mil mortes adicionais projetadas cairiam no trimestre dezembro–fevereiro — exatamente o verão, quando ondas de calor e umidade combinam com maior demanda energética e pressão sobre o SUS. Empresas e municípios que planejam pontos de sombra, escalas de trabalho ao ar livre e comunicação de risco agora têm uma janela clara de planejamento.

Resumo rápido

  • Climate Impact Lab projeta ~451 mil mortes adicionais por calor (set/2026–fev/2027) vs. ano normal.
  • Brasil ~13,3 mil (5º); pico interno ~8 mil em dez/2026–fev/2027.
  • +1,2 °C sobre terra; 44% mais dias de calor extremo; El Niño desde junho, pode ir até 1º semestre/2027.
  • Trends BR: “Oceano Pacífico” com alta >1.000% em 23/09.
  • Trata-se de projeção científica reportada pela imprensa; metodologia completa ainda será peer-reviewed.

Fontes

  • g1 — 23/09/2026, 12h06: Super El Niño pode matar mais de 450 mil…
  • Folha de S.Paulo — cobertura 23/09/2026 (números por país e margem do Brasil)
  • Estado de Minas — Trends 23/09/2026 (busca “Oceano Pacífico”)
  • Climate Impact Lab / cobertura The Guardian (base do relatório citado)

Cantinho Verde Lar — ciclo 12h. Imagens ilustrativas conceituais (sem rostos). Projeções não substituem boletins oficiais de saúde ou defesa civil.

Aposentadoria especial: o que mudou após o STF derrubar a idade mínima (ADI 6309)

Atualizado em 23/09/2026 (ciclo 10h, horário de São Paulo) com base em nota do Ministério da Previdência sobre a ADI 6309, em regras oficiais do INSS sobre aposentadoria especial e no interesse de busca por “aposentadoria especial” no Google Trends Brasil. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui orientação jurídica, decisão do INSS nem o teor final do acórdão.

Ilustração: documentos e aposentadoria especial — ADI 6309

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a idade mínima da aposentadoria especial no Regime Geral de Previdência Social (RGPS). A decisão, na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6309, mexeu com um ponto sensível da Reforma da Previdência (Emenda Constitucional 103/2019) e voltou a aquecer as buscas: nesta quarta (23/09/2026), o termo “aposentadoria especial” aparece entre os assuntos em alta no Google Trends Brasil, com volume estimado na casa das dezenas de milhares de pesquisas.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que mudou, o que não mudou e o que o trabalhador (e a empresa) ainda precisa acompanhar — sem inventar circulares do INSS nem datas de modulão que ainda não estejam consolidadas na comunicação oficial.

O que é a aposentadoria especial

A aposentadoria especial é o benefício do INSS destinado a quem trabalha exposto de forma permanente (não ocasional nem intermitente) a agentes nocivos — químicos, físicos ou biológicos — prejudiciais à saúde ou à integridade física. Pelas regras oficiais resumidas em gov.br/inss, o tempo de contribuição exigido costuma ser de 15, 20 ou 25 anos, conforme o grau de risco da atividade, com carência de 180 contribuições.

Não basta “trabalhar em área de risco no papel”. A comprovação passa, em regra, por documentos técnicos da empresa, em especial o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) e o LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho). A EC 103/2019 endureceu o acesso e criou regras de transição para quem já era filiado até 13/11/2019 — e foi exatamente sobre parte desses novos requisitos que o STF se debruçou na ADI 6309.

O que o STF mudou na ADI 6309

Segundo nota do Ministério da Previdência (publicada em 26/06/2026), o Plenário do STF declarou inconstitucional a idade mínima para a aposentadoria especial no RGPS, prevista no art. 19, §1º, I, alíneas “a”, “b” e “c” da EC 103/2019. A cobertura do julgamento aponta sessão em 3/06/2026, com resultado parcialmente procedente e placar apertado (cerca de 6 a 5), derrubando as idades de 55, 58 e 60 anos que a reforma havia acoplado aos tempos de 15, 20 e 25 anos de exposição.

A tese central, na linha divulgada pela Previdência, é que exigir idade mínima obriga quem já cumpriu o tempo de exposição a permanecer mais tempo sob agentes nocivos — o que o Supremo entendeu incompatível com a proteção constitucional à saúde do trabalhador.

Em português claro: o tempo especial de contribuição continua sendo o eixo do benefício; a “barreira de idade” extra imposta pela reforma, para esse benefício específico, caiu na ADI 6309.

Ilustração: checklist PPP e LTCAT

O que o STF NÃO mudou

A mesma comunicação do Ministério da Previdência deixa claro que o Supremo validou outros pilares da EC 103/2019 ligados ao tema:

  • a vedação de conversão de tempo especial em tempo comum após a EC 103/2019 (marco usualmente associado a 13/11/2019);
  • os novos critérios de cálculo dos proventos trazidos pela reforma.

Ou seja: derrubar a idade mínima não significa “voltar às regras de conversão de antes da reforma” nem “desfazer a fórmula de cálculo da EC 103”. Quem busca planejamento previdenciário precisa separar com cuidado (1) tempo especial e idade, (2) conversão especial→comum e (3) forma de calcular o valor do benefício.

Documentos que continuam sendo o coração do pedido

Independente do debate sobre idade, o pedido de aposentadoria especial segue dependendo de prova robusta da exposição. Na prática administrativa, PPP e LTCAT continuam no centro da conversa — e a exposição precisa ser permanente, não esporádica.

Para MEIs, microempresas e empregadores em geral, manter laudos e PPP em ordem não é detalhe burocrático: é a base para o trabalhador comprovar o direito e para a empresa responder com segurança a fiscalizações e solicitações do INSS. Se a rotina documental da empresa estiver bagunçada, o Consultor CNPJ (consultorcnpj.com.br) e a página ORbite 360 costumam lembrar o óbvio que evita dor de cabeça depois: organização cadastral e de arquivos ajuda o negócio — e também o trabalhador — a não chegar no Meu INSS de mãos vazias.

O que acompanhar daqui para frente

Ilustração: acompanhar acórdão e Meu INSS

Mesmo com a tese favorável à retirada da idade mínima, a aplicação concreta pelo INSS pode depender do acórdão, de eventual modulação de efeitos e de orientações internas que ainda estejam sendo alinhadas. Por isso, o caminho prudente é:

  • ler a nota oficial do Ministério da Previdência sobre a ADI 6309;
  • acompanhar a publicação/inteiro teor do acórdão e qualquer comunicação posterior do governo;
  • verificar no Meu INSS a situação contributiva, vínculos e documentos já anexados;
  • não confundir “STF derrubou a idade” com “o benefício sai automaticamente amanhã” — cada caso depende de tempo de exposição, carência, documentos e enquadramento (inclusive regras de transição da EC 103 para filiados até 13/11/2019).

Neste post, de propósito, não inventamos número de circular do INSS nem data de “início automático” da nova regra administrativa: quando o órgão publicar orientação consolidada, o Cantinho Verde Lar pode atualizar.

Resumo rápido

  • O que caiu: idade mínima (55/58/60) da aposentadoria especial no RGPS (ADI 6309).
  • O que ficou: vedação de conversão especial→comum após a EC 103/2019 e novos critérios de cálculo.
  • O que ainda vale: exposição permanente, tempos 15/20/25, carência 180, PPP/LTCAT.
  • O que observar: acórdão, possível modulação e aplicação pelo INSS / Meu INSS.
  • Trends: “aposentadoria especial” em alta no Brasil em 23/09/2026.

Fontes

  • Ministério da Previdência — “ADI 6309 — Idade mínima para aposentadoria especial no RGPS, conversão de tempo e cálculo dos proventos” (nota de 26/06/2026): gov.br/previdencia
  • INSS / gov.br — regras gerais de aposentadoria especial (exposição permanente, tempos 15/20/25, carência 180, PPP/LTCAT; efeitos da EC 103/2019 e transição para filiados até 13/11/2019): gov.br/inss
  • Google Trends Brasil — interesse de busca por “aposentadoria especial” (monitoramento 23/09/2026)

Disclaimer: conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume fontes oficiais e cobertura do tema e não constitui aconselhamento jurídico ou previdenciário. Para análise do seu caso, consulte advogado/previdenciarista e as orientações atualizadas do INSS.

Lula volta da ONU e deve definir nesta quarta MP sobre bets: o que está na mesa

Atualizado em 23/09/2026 (ciclo 8h, horário de São Paulo) com base na cobertura do O Globo, do SBT News, do Brasil de Fato, do Metrópoles e em trechos citados do discurso de Lula na ONU. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui medida provisória publicada no Diário Oficial nem orientação jurídica ou financeira.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retornou ao Brasil após a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, e nesta quarta-feira (23 de setembro de 2026) deve reunir a coordenação da campanha e integrantes do Planalto para definir a estratégia da reta final do primeiro turno — e também o caminho de uma Medida Provisória (MP) sobre as casas de apostas online, as chamadas bets. O tema atravessa a campanha, o discurso na ONU e as buscas do dia a dia: no Google Trends Brasil, termos ligados a Lula e Flávio Bolsonaro seguem entre os que mobilizam interesse, enquanto a regulamentação das apostas vira pauta de governo e de endividamento familiar.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público nas fontes citadas — sem inventar o texto final da MP nem afirmar que a proibição já foi publicada.

Por que o tema explode nesta quarta

Segundo o O Globo (Jeniffer Gularte e Victoria Azevedo, 23/09/2026), Lula deve ficar em Brasília só até o início da tarde desta quarta, antes de agendas nos estados, e à noite participar de um ato com artistas no Rio. No mesmo intervalo, auxiliares dizem que o presidente deve definir qual medida será adotada em relação às bets.

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, confirmou ao SBT News (22/09/2026) que o governo prepara uma MP para endurecer o controle das bets, sem adiantar o texto final. O Metrópoles (23/09) aponta reunião matinal com a equipe econômica e secretários do Ministério da Justiça (Senacon e Sedigi), enquanto o ministro Wellington Lima e Silva cumpriria agenda no Rio.

No discurso da ONU nesta terça (22), Lula tratou do tema com frase citada pelo O Globo: “A indústria bilionária das bets transforma o vício em lucro. Sua disseminação vertiginosa está endividando e destruindo lares. O Brasil não vai tolerar esse modelo de negócio.”

O que está na mesa (ainda sem martelo)

A cobertura do O Globo lista possibilidades em discussão:

  • Proibir apenas os cassinos online — incluindo jogos como o do “tigrinho” e do “aviãozinho”, mantendo, nessa hipótese, as apostas esportivas de quota fixa.
  • Alterar regras de publicidade das plataformas.
  • Mexer também nas apostas de quota fixa (eventos reais, sobretudo futebol).

O Brasil de Fato (22/09) descreveu duas linhas de texto que chegaram ao entorno do presidente: uma mais amena (extinção dos cassinos online / tigrinho) e outra mais frontal (extinção das bets). O cenário mais citado nas reportagens é a edição de uma MP ainda nesta semana, antes do primeiro turno (4 de outubro) — mas, até a publicação deste post, o texto oficial não havia sido divulgado no Diário Oficial.

Outorgas, receita e o que o governo precisa responder

Se a restrição for ampla, o governo terá de lidar com as outorgas já pagas. O O Globo (Fábio Graner, 23/09/2026), com dados do Ministério da Fazenda, registra:

  • 85 autorizações concedidas;
  • R$ 30 milhões pagos por cada autorização;
  • total de cerca de R$ 2,5 bilhões aos cofres federais desde a regulamentação em 2025.

Entre os caminhos mapeados por interlocutores, segundo a mesma reportagem: devolução dos valores (proibição total) ou reequilíbrio econômico-financeiro — por exemplo, alongar a vigência da autorização ou devolver parte do valor — se a proibição for parcial, focada em cassinos online.

Ainda segundo o O Globo, relatório da Fazenda cita, em 2025, receita tributária federal de R$ 9,95 bilhões gerada pelo setor, além de R$ 95,5 milhões em taxas de fiscalização, e cerca de R$ 4,5 bilhões da receita bruta das apostas (GGR) destinados a políticas públicas (seguridade, esporte, educação, proteção do consumidor), conforme previsto em lei. A mesma cobertura menciona fluxo estimado em torno de R$ 60 bilhões para as bets legais — número que alimenta reclamações de bancos e do varejo, segundo interlocutores citados.

Esses valores são os publicados pela imprensa a partir do Ministério da Fazenda; não são projeções deste blog.

Campanha, endividamento e o tom eleitoral

O governo tenta ganho eleitoral ao vincular a agenda ao combate ao endividamento das famílias — tema que Flávio Bolsonaro (PL) também usa para criticar o presidente, conforme o O Globo. Na segunda, Lula levou ao horário eleitoral a defesa do fim das bets e buscou atrelar o tema à família Bolsonaro.

Aliados do petista, segundo a mesma cobertura, avaliam que o “pior momento da campanha” ficou nas últimas semanas e que ajustes de estratégia (ataques a Flávio, segurança, custo de vida e bets) recuperariam terreno após o empate técnico nas pesquisas. A Quaest de 21/09 (já resumida neste blog) mostrou Lula com 37% e Flávio com 33% no 1º turno (margem ±2 p.p.).

O que observar nas próximas horas

  • Se a reunião desta quarta fecha o texto da MP e se ela é publicada ainda nesta semana.
  • Se a opção escolhida é só cassinos online, publicidade, ou também quota fixa / banimento amplo.
  • Como o governo trata as outorgas de R$ 2,5 bi e o reequilíbrio dos contratos.
  • Reação do Congresso (bancada do setor) e de clubes/esporte, que já se posicionaram em rodadas anteriores da regulação.
  • Impacto na narrativa de campanha sobre endividamento familiar até 4 de outubro.

Para MEIs, empresas e quem precisa manter CNPJ, obrigações e documentação em dia enquanto acompanha mudanças regulatórias e de caixa no comércio, o Consultor CNPJ e a página ORbite 360 reúnem ferramentas práticas de consulta — útil também em períodos de forte cobertura política e econômica.

Resumo rápido

  • Quando: 23/09/2026 — reunião prevista no Planalto/campanha para definir MP sobre bets após retorno de Lula da ONU.
  • Discurso ONU (22/09): bets como indústria que “transforma o vício em lucro” e endivida lares (O Globo).
  • Opções: proibir cassinos online (tigrinho/aviãozinho); mudar publicidade; ou mexer também em quota fixa / banimento mais amplo (O Globo, Brasil de Fato, SBT News).
  • Outorgas: 85 × R$ 30 mi ≈ R$ 2,5 bi (Min. Fazenda via O Globo).
  • Receita 2025 citada: R$ 9,95 bi tributária federal; R$ 95,5 mi fiscalização; ~R$ 4,5 bi do GGR para políticas públicas (O Globo/Fazenda).
  • Status: decisão esperada nesta quarta; texto oficial da MP ainda não publicado no momento deste post.
  • Fontes: O Globo, SBT News, Brasil de Fato, Metrópoles (22–23/09/2026).

Fontes

  • O Globo — “Lula volta de NY e se reúne com coordenação da campanha… medida sobre bets” (Jeniffer Gularte e Victoria Azevedo, 23/09/2026)
  • O Globo — “Se proibir bets… R$ 2,5 bilhões em outorgas” (Fábio Graner, 23/09/2026)
  • SBT News — José Guimarães confirma MP para endurecer bets (22/09/2026)
  • Brasil de Fato — duas propostas de texto (cassinos online x banimento) (22/09/2026)
  • Metrópoles — reunião com equipe econômica e secretários (23/09/2026)
  • Google Trends Brasil — interesse em termos ligados a Lula/Flávio e agenda política (monitoramento 23/09/2026)

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e não substitui a MP oficial nem orientação jurídica ou financeira.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Greve da Caixa continua nesta terça: contas, Bolsa Família e o que muda nas agências




Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 20h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1 (Isabela Ortiz, 21/09/2026), do DCI (22/09/2026) e em orientações citadas do Procon-SP. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui comunicado oficial da Caixa, do sindicato nem orientação jurídica.

A greve nacional dos empregados da Caixa Econômica Federal segue nesta terça-feira (22 de setembro de 2026), após os trabalhadores rejeitarem, na segunda (21), a última proposta do banco para o Acordo Coletivo de Trabalho. Em assembleia virtual do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 59,3% dos participantes votaram contra a oferta. O termo “greve caixa” também aparece entre as buscas em alta no Google Trends no Brasil.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público nas fontes citadas — sem inventar prazos de fim da greve nem números que as reportagens não trazem.

Por que a greve continua

Segundo o g1, o principal impasse nas negociações é o Saúde Caixa, plano de saúde dos empregados. A paralisação nacional começou em 10 de setembro, depois que a categoria rejeitou a proposta anterior de renovação do ACT. Nesta segunda, rejeitou a segunda proposta do banco.

A Contraf-CUT, citada pelo g1, havia informado que a greve começou após mais de 90% das bases sindicais rejeitarem a oferta inicial. O comando de greve se reuniu após a votação de 21/09 para discutir os próximos passos; o sindicato de São Paulo, segundo o DCI, indica que a greve segue por tempo indeterminado.

As agências estão fechadas?

A greve é nacional, mas o funcionamento presencial pode variar de unidade para unidade, conforme a adesão local. Uma agência pode estar fechada ou com atendimento reduzido, enquanto outra opera parcialmente. Por isso, a orientação prática das reportagens é verificar canais digitais antes de se deslocar.

Mesmo com a greve, aplicativos (Caixa e Caixa Tem), internet banking e caixas eletrônicos seguem disponíveis para operações que esses canais permitem — pagamentos, transferências e saques, conforme a disponibilidade de cada serviço.


Contas e boletos: o Procon-SP recomenda pagar no prazo

Segundo o Procon-SP, citado pelo g1, a greve não afasta a obrigação de pagar as contas dentro do prazo de vencimento. O consumidor deve ficar atento às datas para evitar juros.

O órgão orienta usar sites ou aplicativos dos bancos quando disponíveis, e também redes de supermercados e casas lotéricas que recebem boletos e contas de água, luz, gás e telefone.

Se o cliente conseguir demonstrar que tentou pagar no prazo e que isso se tornou impossível por indisponibilidade do serviço bancário, poderá contestar multa e juros, conforme explicação de especialista em direito bancário citada pelo g1. A distinção importante, na mesma cobertura, é entre a agência estar fechada e o consumidor estar de fato impossibilitado de realizar a operação — especialmente com a digitalização dos serviços.


Saques e depósitos

Sim: depósitos e saques podem ser feitos em caixas eletrônicos, segundo o Procon-SP. O órgão recomenda que, na ausência de funcionários, o consumidor evite a ajuda de terceiros nos terminais — a guarda da senha e do cartão é responsabilidade do correntista.

Bolsa Família e benefícios sociais

Mesmo com a greve, os pagamentos do Bolsa Família serão realizados normalmente, segundo a Caixa citada pelo g1. Os canais de pagamento dos benefícios sociais permanecem funcionando; beneficiários podem acessar os recursos sem precisar ir às agências.

Na maioria dos casos, o crédito entra em contas bancárias e pode ser movimentado pelos aplicativos Caixa Tem e App Caixa ou pelo cartão de débito. Os recursos podem ser usados para PIX, pagar contas e boletos, compras e saques nos canais disponíveis.

O que pode atrasar mesmo com digital

Reportagens sobre a paralisação apontam que operações que dependem de atendimento ou processamento presencial — como etapas de financiamento imobiliário, análise de documentação e liberação de crédito — podem sofrer atrasos quando as equipes nas agências estão reduzidas. Quem aguarda andamento de contrato ou análise documental deve acompanhar o protocolo pelos canais digitais e, se necessário, registrar reclamação nos canais oficiais do banco e do Banco Central.

Para MEIs, empresas e quem precisa manter CNPJ, obrigações e documentação em dia enquanto o atendimento bancário presencial oscila, o Consultor CNPJ e a página ORbite 360 reúnem ferramentas práticas de consulta — útil também em períodos de greve e variação de serviços.

O que observar nas próximas horas

  1. Novos posicionamentos do comando de greve e das entidades sindicais após a rejeição de 21/09.
  2. Qualquer nova proposta da Caixa sobre o Saúde Caixa e demais cláusulas do ACT.
  3. Funcionamento real da sua agência (presencial × digital).
  4. Prazos de contas e boletos — pagar pelos canais disponíveis para evitar mora.
  5. Confirmação de crédito de benefícios sociais no Caixa Tem / App Caixa.

Resumo rápido

  • Quando: greve nacional desde 10/09/2026; continua em 22/09 após rejeição da proposta em 21/09 (59,3% contra na assembleia de SP, Osasco e Região).
  • Impasse principal: Saúde Caixa (plano de saúde dos empregados).
  • Agências: funcionamento presencial variável; digitais e caixas eletrônicos seguem para várias operações.
  • Contas: Procon-SP orienta pagar no prazo (apps, lotéricas, supermercados).
  • Bolsa Família: pagamento normal, segundo a Caixa; movimento via apps / cartão.
  • Trends: “greve caixa” entre buscas em alta no Google Trends Brasil.
  • Fontes: g1 (21/09/2026), DCI (22/09/2026), Procon-SP e Caixa conforme citados.

Fontes

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e orientações citadas e não substitui comunicado oficial da Caixa nem orientação jurídica.

 

Queda de helicóptero em SC: cantor Rick e outras 4 pessoas morrem; nome dispara no Google Trends

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 18h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1 SC, da CBN, do Estadão e do Google Trends/Gshow. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui nota oficial do Corpo de Bombeiros, da Polícia Científica nem a investigação dos órgãos competentes.

O cantor Rick (Rick Sollo), da dupla sertaneja Rick & Renner, morreu nesta terça-feira (22 de setembro de 2026) na queda de um helicóptero Bell 430 na Serra Catarinense. Também morreram o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. Não houve sobreviventes.

A comoção se refletiu nas buscas da internet: segundo o Gshow, com dados do Google Trends, o interesse pelo nome do artista disparou nas últimas 24 horas — crescimento superior a 5.000%, com volume estimado acima de 200 mil buscas — tornando-se um dos assuntos mais pesquisados do momento no Brasil.

Serra Catarinense — ilustração editorial do acidente aéreo (sem vítimas)

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público nas fontes citadas — sem inventar causas do acidente nem detalhes que a perícia ainda não divulgou.

O que se sabe sobre o acidente

Segundo o g1 SC e a CBN, a aeronave decolou de Porto Belo, no Litoral Norte de Santa Catarina, com destino a São Joaquim, na Serra — trajeto de cerca de 190 quilômetros. O desaparecimento foi comunicado aos bombeiros por volta das 16h de segunda-feira (21). Os destroços foram localizados na tarde desta terça (22) na localidade Santa Bárbara, em Urubici, em área de mata de difícil acesso.

Pontos já confirmados pela cobertura:

  • Modelo: Bell 430 (fabricado em 2001), registro PP-MGR, da JTA Empreendimento e Urbanismo.
  • Capacidade: um piloto e sete passageiros; peso máximo de decolagem citado em cerca de 4.218 kg (versão com trem de pouso tipo esqui).
  • Anac: aeronave em situação regular, com certificação de operação válida até 11 de agosto de 2027; autorizada a voos noturnos, conforme o g1.
  • Buscas: cerca de dois dias, com dezenas de bombeiros, cães, drones térmicos e apoio da FAB; destroços encontrados por volta do meio-dia / início da tarde de 22/09.
  • Resgate: corpos retirados com auxílio de cordas devido ao relevo (altitude citada em até cerca de 1.700 m); remoção aérea; corpos seguem para perícia no IML de Florianópolis, segundo o g1.

A Polícia Científica fica responsável pela perícia no local; as causas do acidente ainda estão sob investigação das autoridades competentes.

Ilustração musical — referência ao cantor Rick / Rick & Renner

Quem estava a bordo

Conforme g1, CBN, Jovem Pan e Estadão:

  1. Rick Sollo — cantor da dupla Rick & Renner.
  2. Bruno Avelar — empresário (cobertura cita ligação a Neymar e menção a Augusto Cury em alguns veículos; o Cantinho Verde Lar registra apenas o que a imprensa já publicou).
  3. Paulo Soares — videomaker.
  4. Antônio Roberto Nóbrega de Araújo — piloto.
  5. Leopoldo Barros Teixeira — copiloto.

Em nota citada pelo g1, a JTA informou que o helicóptero havia sido emprestado para uso de Bruno Avelar e do cantor Rick, amigos próximos do dono da empresa.

Por que o nome de Rick disparou no Google Trends

O Gshow (22/09/2026) aponta que a comoção nacional após o desaparecimento e a confirmação da morte levou o nome de Rick a um pico de buscas: crescimento superior a 5.000% e volume estimado acima de 200 mil pesquisas. No ranking de sub-regiões do Google Trends citado pela reportagem, Goiás liderou o interesse, seguido por Tocantins, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina (local do acidente). O termo “Rick & Renner” também entrou em alta, com internautas relembrando a trajetória da dupla.

Mapa esquemático Santa Catarina — Porto Belo a São Joaquim / Serra

O que observar nas próximas horas

  1. Resultados da perícia da Polícia Científica e eventuais atualizações do CBMSC / FAB.
  2. Comunicação oficial de familiares e da assessoria sobre velório e homenagens.
  3. Qualquer nova informação oficial sobre a causa do acidente — até lá, tratar especulações como não verificadas.
  4. Evolução das buscas relacionadas no Google Trends (Rick, Rick & Renner).

Para quem acompanha a agenda pública e precisa manter CNPJ, obrigações e documentação em dia no dia a dia da empresa, o Consultor CNPJ (https://consultorcnpj.com.br/) e a página ORbite 360 reúnem ferramentas práticas de consulta — útil também em períodos de forte cobertura noticiosa.

Resumo rápido

  • Quando: destroços e confirmação das mortes em 22/09/2026; voo desaparecido em 21/09 após decolar de Porto Belo rumo a São Joaquim.
  • Onde: Serra Catarinense (Santa Bárbara / Urubici, SC).
  • Quem: Rick (Rick & Renner), Bruno Avelar, Paulo Soares, piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e copiloto Leopoldo Barros Teixeira — cinco mortos, sem sobreviventes.
  • Aeronave: Bell 430 PP-MGR, situação regular na Anac segundo o g1.
  • Trends: nome de Rick com crescimento >5.000% e >200 mil buscas (Gshow/Google Trends).
  • Fontes: g1 SC, CBN, Estadão, Jovem Pan, Gshow (22/09/2026).

Fontes

  • g1 SC — corpos resgatados / cobertura do acidente (22/09/2026): https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/09/22/corpos-de-mortos-em-queda-de-helicoptero-em-sc-sao-retirados-com-ajuda-de-cordas.ghtml
  • g1 — helicóptero Bell 430 (22/09/2026): https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/09/22/conheca-helicoptero-bell-430-cantor-rick.ghtml
  • CBN — cinco mortos na Serra Catarinense (22/09/2026): https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2026/09/22/helicoptero-com-cantor-rick-e-encontrado-na-serra-catarinense-cinco-pessoas-morreram.ghtml
  • Gshow — pico de buscas por Rick no Google Trends (22/09/2026): https://gshow.globo.com/cultura-pop/viralizou/noticia/comocao-nacional-leva-nome-de-rick-a-pico-de-buscas.ghtml

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e não substitui nota oficial das autoridades nem a investigação do acidente.

Primavera 2026 começa hoje às 21h05 com frente fria, chuva e 'clima' em alta no Google

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 15h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1, do R7/Google Trends, do Inmet e da Agência Brasil. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui alerta oficial da Defesa Civil nem previsão operacional do Inmet.

A primavera de 2026 começa oficialmente nesta terça-feira (22 de setembro) às 21h05 (horário de Brasília), marcada pelo equinócio de setembro. No mesmo dia, “clima” figura entre os assuntos mais buscados no Google no Brasil, segundo levantamento do R7 com auxílio do Google Trends — o pico de buscas foi registrado por volta das 07h10. A virada da estação coincide com a passagem de uma frente fria que espalha chuva pelo Sudeste e pelo Centro-Oeste e derruba as temperaturas no Sul.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público nas fontes citadas — sem inventar números ou alertas que elas não trazem.

Capa: primavera 2026, equinócio e clima — ilustração editorial

O que é o equinócio e quando termina a estação

O equinócio de setembro é o fenômeno astronômico em que o Sol cruza o equador celeste e o planeta tem cerca de 12 horas de luz e 12 horas de escuridão. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no Hemisfério Sul a primavera começa em 22/09/2026 às 21h05 e vai até 21 de dezembro, às 18h50.

Na climatologia brasileira, a estação é de transição entre o período seco e o chuvoso, sobretudo no centro do país. É quando o fluxo de umidade vindo da Amazônia tende a se intensificar e a alimentar a retomada gradual das chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste.

Equinócio de setembro e início da primavera — ilustração

Por que “clima” está em alta nas buscas

O R7, com dados do Google Trends, aponta “clima” entre os temas mais pesquisados nesta terça (22), ligado à chegada da primavera. Meteorologistas citados pelo R7 destacam, para a nova estação, o enfraquecimento gradual da seca típica de outono e inverno no Sudeste, Centro-Oeste e Centro-Norte, com aumento das chuvas a partir de outubro, além de pancadas localizadas, calor intenso e baixa umidade à tarde. As recomendações práticas repetidas na cobertura: hidratação, protetor solar e evitar exposição ao sol entre 10h e 16h.

Como começa a primavera: frente fria nesta terça

Segundo o g1 (Roberto Peixoto, 22/09/2026), a virada da estação coincide com uma frente fria. Pontos já públicos na cobertura:

  • Chuva no Centro-Oeste e no Sudeste, com queda de temperatura.
  • No Sul, ar frio derruba os termômetros; Rio Grande do Sul e serras de Santa Catarina podem registrar geada na quarta-feira (23).
  • No Sudeste, a tendência da estação é alternar dias quentes com temporais; no Centro-Oeste, rajadas e retomada gradual das chuvas.
  • Norte: clima mais quente e seco, com risco à navegabilidade de rios.
  • Nordeste: calor intenso e tempo seco no interior; chuvas irregulares no Matopiba podem afetar o início do plantio.

A Agência Brasil (22/09/2026) reforça que o Inmet emitiu alerta laranja de tempestade em áreas de Mato Grosso do Sul até o litoral do Paraná, São Paulo e sul fluminense, passando pelo sul de Minas Gerais. Há também aviso amarelo de baixa umidade no norte de Minas.

Frente fria e chuva no Centro-Sul — ilustração

Números de temperatura citados pelo g1

  • Porto Alegre (RS): mínima em torno de 8 °C nesta terça e cerca de 6 °C na quarta.
  • Curitiba (PR): máxima cerca de 20 °C nesta terça e 12 °C na quarta.
  • São Paulo (capital): entre 16 °C e 23 °C nesta terça; na quarta, entre 13 °C e 18 °C.
  • Rio de Janeiro: máxima pode chegar a 32–33 °C antes da mudança; na quarta, cerca de 20–25 °C.
  • Belo Horizonte (MG): ainda pode chegar a cerca de 35 °C antes das instabilidades.
  • Campo Grande (MS): máxima em torno de 25 °C nesta terça e 24 °C na quarta; há previsão de chuva forte, raios, granizo e rajadas de 70 a 90 km/h em alguns pontos, com acumulados que podem passar de 40 a 50 mm.

Esses valores são os divulgados na cobertura do g1/Inmet/Climatempo citada — confirme sempre a previsão atualizada da sua cidade no Inmet ou no app oficial de alerta.

O que a primavera tende a trazer no restante da estação

Destaques da cobertura do g1 e do Inmet para o conjunto da primavera:

  • Temperaturas acima da média em grande parte do país, com diferenças regionais importantes.
  • Retorno gradual das chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste, alimentado pelo fluxo de umidade da Amazônia.
  • Possíveis primeiros episódios de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), com chuva persistente em faixas do Norte, Centro-Oeste e Sudeste.
  • No Sul, episódios de temporais (chuva forte, vento, raios e eventual granizo) seguem comuns; tendência de chuva acima da média no conjunto da estação.
  • No Norte e no interior do Nordeste, calor intenso e chuva abaixo da média em várias áreas — com risco de queimadas e impacto na navegabilidade de rios citados pela cobertura.

O meteorologista César Soares (Climatempo), citado pelo g1, avalia que o começo da estação deve manter frio e bastante chuva em áreas do Sudeste, Sul e Centro-Oeste até a primeira quinzena de outubro. Depois dessa virada mais fria, a tendência apontada na reportagem é de temperaturas acima do normal em grande parte do Brasil. Com expectativa de El Niño forte, a Climatempo/g1 associa condições mais favoráveis a ondas de calor e irregularidade de chuvas; áreas como norte de Minas, norte de Goiás, Mato Grosso, interior do Nordeste, Tocantins, Pará, leste do Amazonas e Roraima podem ter vários dias acima de 40 °C.

O que observar nas próximas horas e dias

  • Confirmação de geada no RS e serras de SC na quarta (23), conforme Inmet.
  • Avanço da frente fria e alertas laranja/amarelo do Inmet no Centro-Sul.
  • Restabelecimento de serviços se houver temporais localizados (energia, trânsito, drenagem).
  • Atualização da previsão semanal do Inmet (Informativo Meteorológico) para 21–28/09.
  • Evolução das chuvas no Matopiba e impacto no calendário agrícola, conforme a imprensa setorial.

Para quem organiza documentação de empresa, CNPJ ou rotina de trabalho em dias de chuva forte e deslocamentos interrompidos, o Consultor CNPJ (https://consultorcnpj.com.br/) e a página ORbite 360 reúnem ferramentas práticas de consulta — útil também em períodos de forte variação climática.

Resumo rápido

  • Quando: primavera começa 22/09/2026 às 21h05 (Brasília); vai até 21/12 às 18h50 (Inmet).
  • Trends: “clima” entre os mais buscados no Google no Brasil nesta terça; pico ~07h10 (R7/Trends).
  • Hoje: frente fria com chuva no Sudeste/Centro-Oeste e frio no Sul; possível geada no RS/serras de SC na quarta.
  • Alertas: Inmet com laranja de tempestade em faixa MS–PR–SP–sul RJ–sul MG (Agência Brasil).
  • Estação: transição seca→chuva no centro do país; calor acima da média em várias regiões; chuvas irregulares no Norte/Nordeste.
  • Fontes: g1, R7/Google Trends, Inmet, Agência Brasil (22/09/2026).

Fontes

  • g1 — “Primavera começa nesta terça com chuva, temporais e queda de temperatura no Centro-Sul” (Roberto Peixoto, 22/09/2026): https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2026/09/22/primavera-comeca-nesta-terca-com-chuva-temporais-e-queda-de-temperatura-no-centro-sul.ghtml
  • R7 — “‘Clima’ é um dos assuntos mais buscados no Google nesta terça-feira (22)” (22/09/2026): https://www.r7.com/tempo/clima-e-um-dos-assuntos-mais-buscados-no-google-nesta-terca-feira-22-22092026/
  • Inmet — previsão primavera 2026: https://portal.inmet.gov.br/noticias/primavera-2026-confira-a-previs%C3%A3o-para-a-esta%C3%A7%C3%A3o
  • Agência Brasil — previsão de chuvas e alerta Inmet (22/09/2026): https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-09/previsao-e-chuvas-nas-regioes-sul-sudeste-norte-e-centro-oeste

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e oficial e não substitui alerta da Defesa Civil nem a previsão operacional do Inmet.

Na ONU, Lula diz que não vai 'terceirizar' combate ao crime; cita PCC, CV e soberania

Atualizado em 22/09/2026 (ciclo 12h, horário de São Paulo) com base na cobertura do g1 sobre o discurso de abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU. Texto informativo do Cantinho Verde Lar — não substitui a íntegra oficial do pronunciamento nem orientação diplomática ou jurídica.

Capa: Lula na ONU — crime organizado, PCC, CV e soberania

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu nesta terça-feira (22 de setembro de 2026) o debate geral da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, e usou a tribuna para defender soberania, multilateralismo e cooperação contra o crime organizado. Segundo o g1, Lula afirmou que o Brasil "não subestima o desafio representado pelo crime organizado", mas que não pretende "terceirizar a responsabilidade" de proteger cidadãos e fronteiras — em meio a tensões com o governo dos Estados Unidos sobre a classificação do PCC e do Comando Vermelho.

Abaixo, o Cantinho Verde Lar organiza o que já é público na cobertura do g1 — sem inventar números, trechos literais extras ou avaliações que a fonte não traz.

O que Lula disse sobre crime organizado

De acordo com o g1 (Kellen Barreto e equipe, 22/09/2026 11h11), Lula declarou:

  • "O Brasil não subestima o desafio representado pelo crime organizado. Estamos preparados para enfrentar as organizações criminosas que aterrorizam nossas comunidades."
  • Citou impactos concretos: "Trabalhadores são roubados. Mães perdem seus filhos. Policiais não voltam para suas casas. As pessoas estão cansadas da violência."
  • Em seguida: "Mas não vamos terceirizar a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo. Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas. Precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastecem o crime."

O presidente citou ainda uma proposta entregue pessoalmente ao presidente Donald Trump: "Queremos combater a lavagem de dinheiro realizada por criminosos brasileiros no exterior." Também mencionou acordos com países vizinhos e a parceria mantida com os Estados Unidos, com troca de informações, compartilhamento de inteligência e atuação conjunta das forças de segurança.

Ilustração: cooperação internacional contra o crime organizado

Por que o tema PCC e CV está na mesa

A cobertura situa o discurso no impasse diplomático recente: o governo Trump tem afirmado que o Brasil falhou no combate ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV) e chegou a enquadrá-los como organizações terroristas internacionais. O governo brasileiro contesta esse enquadramento.

Para Brasília, segundo o g1, PCC e CV são organizações criminosas voltadas sobretudo ao lucro (tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e controle de regiões), e não se enquadram na definição de terrorismo da legislação brasileira. A Lei Antiterrorismo brasileira considera terrorismo a prática de determinados atos por razões como xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado. É com base nessa diferença de motivação que o governo sustenta o combate como crime organizado, e não como terrorismo.

Ao mesmo tempo, o governo afirma defender endurecimento das ações: retomada de comunidades sob domínio do crime, reforço de segurança e fiscalização nas fronteiras e maior integração entre as forças de segurança.

Soberania: "O Brasil não cabe no quintal de ninguém"

Em reportagem paralela do g1 (22/09/2026 11h07), Lula reforçou a linha de soberania e não interferência. Frases destacadas pela cobertura:

  • "Somos chamados a optar entre multilateralismo ou unilateralismo, democracia ou extremismo, soberania ou subordinação."
  • "O Brasil não cabe no quintal de ninguém" e precisa de parceiros com agenda positiva de desenvolvimento.
  • "A democracia está novamente em xeque. Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais."
  • "Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos e externos, atentem contra a vontade popular. A democracia brasileira pertence aos brasileiros. O Brasil continuará sendo um país soberano."

O contexto eleitoral é explícito nas reportagens: o primeiro turno está marcado para 4 de outubro; Lula disputa com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que em maio foi recebido por Trump na Casa Branca. O governo brasileiro tem demonstrado preocupação com eventual interferência externa no pleito.

Ilustração: soberania e multilateralismo na ONU

Tarifas, PIX, IA e meio ambiente

Outros pontos do discurso, conforme o g1:

  • Tarifas e comércio: Lula afirmou que a OMC "respira por aparelhos" e criticou o uso de tarifas como "armas de coerção e chantagem"; disse que, apesar do tarifaço, o Brasil deve bater novo recorde de exportações neste ano.
  • PIX: "Não vamos ceder às pressões de multinacionais que querem privatizar o nosso PIX."
  • Inteligência artificial: criticou "tecno-oligarcas" e uma corrida digital "sem freios éticos à revelia da ONU", defendendo regulamentação das plataformas.
  • Amazônia: destacou a queda do desmatamento ao menor nível em 11 anos e repetiu que "a floresta vale mais em pé do que destruída", ao mesmo tempo em que falou em explorar recursos como terras raras e a Margem Equatorial com geração de valor e transferência de tecnologia em território nacional.

Ministério da Segurança e PEC

No front doméstico ligado ao tema, Lula defende a criação de um Ministério da Segurança Pública e a aprovação da PEC da Segurança, que amplia a participação da União no enfrentamento ao crime e a integração com estados e municípios, além de mudanças nas atribuições da PF e da PRF. Segundo o g1, a proposta foi aprovada pela CCJ do Senado no início deste mês, mas ainda precisa passar pelo plenário.

O que observar nas próximas horas

  1. Divulgação da íntegra oficial do discurso (o g1 indica link para a íntegra).
  2. Reação do governo dos EUA e de Trump, que falou na sequência na Assembleia.
  3. Desdobramentos da proposta de cooperação contra lavagem de dinheiro citada por Lula.
  4. Tramitação da PEC da Segurança no plenário do Senado.
  5. Impacto da fala na campanha eleitoral a menos de duas semanas do 1º turno.

Para empresas e investidores que acompanham risco geopolítico, comércio exterior e ambiente de negócios — inclusive leitores do Consultor CNPJ (https://consultorcnpj.com.br/) e da página ORbite 360 — o discurso desta terça reforça que soberania, tarifas e cooperação em segurança seguem no centro da agenda Brasil–EUA.

Resumo rápido

  • Quando/onde: 22/09/2026, abertura do debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU, Nova York.
  • Crime organizado: Lula diz que o Brasil não subestima o desafio, mas não vai "terceirizar" a defesa das fronteiras; pede cooperação contra fluxo de armas e dinheiro; cita proposta entregue a Trump sobre lavagem de dinheiro.
  • PCC/CV: governo brasileiro contesta classificação como terrorismo e insiste em combate como organizações criminosas.
  • Soberania: "O Brasil não cabe no quintal de ninguém"; rejeição a ingerência em eleições; democracia "pertence aos brasileiros".
  • Outros eixos: críticas a tarifas/OMC, defesa do PIX, regulamentação de IA, Amazônia e exploração com valor no território.
  • Fontes: g1 — Kellen Barreto, Ana Flávia Castro, Mariana Laboissière, Gustavo Garcia (22/09/2026).

Fontes

  • g1 — "Na ONU, Lula diz que país não vai 'terceirizar responsabilidade' sobre crime organizado..." (22/09/2026 11h11): https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/22/na-onu-lula-defende-cooperacao-contra-crime-organizado-em-meio-a-divergencia-com-eua-sobre-pcc-e-cv.ghtml
  • g1 — "Lula na ONU: Presidente defende soberania e critica interferência" (22/09/2026 11h07): https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/22/na-onu-lula-defende-soberania-em-meio-a-eleicao-no-brasil-e-tensao-com-governo-trump.ghtml

Conteúdo informativo do Cantinho Verde Lar. Este post resume cobertura jornalística e não substitui a íntegra oficial do discurso nem orientação diplomática.

Bolsa Família: NIS final 5 recebe nesta quarta (23); calendário e consulta no Caixa Tem

Atualizado em 23/09/2026 (ciclo 15h, horário de São Paulo) com base na cobertura do Terra/Portal de Prefeitura, da ISTOÉ Independente e em n...